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ARTIGOS ORIGINAIS

O uso de robôs na assistência de enfermagem: um estudo exploratório-descritivo


Ana Cláudia Mesquita1, Cristina Mara Zamarioli1, Emilia Campos de Carvalho1
1Universidade de São Paulo

RESUMO

Objetivo: investigar quais as patentes registradas relacionadas à invenção de robôs para uso na assistência de enfermagem. Método: pesquisa exploratório-descritiva, abordagem quantitativa, realizada nas bases de dados INPI, Latipat, Espacenet, USPTO, FPO, CIPO, JPO e WIPO, sem restrições quanto ao ano de publicação. Resultados: Foram identificadas 35 patentes: 40% sobre a invenção de robôs criados para o auxílio na locomoção dos pacientes; 28,5% sobre o desenvolvimento de robôs para o auxílio em atividades diárias; 23% de robôs criados para avaliação fisiológica e monitoração dos pacientes; e 8,5% para a participação no processo de reabilitação dos pacientes. Conclusão: as patentes registradas relacionadas à invenção de robôs para uso na assistência de enfermagem, em sua maioria, adequam-se às necessidades de pessoas idosas ou pessoas com deficiência. Ainda, as regiões nas quais tem ocorrido o maior desenvolvimento da robótica no campo dos cuidados de saúde são Ásia, Europa e América do Norte.

Descritores: Enfermagem; Robótica; Cuidados de Enfermagem.


INTRODUÇÃO

O foco do progresso tecnológico na área da saúde é aprimorar a prestação de assistência ao paciente(1). Nesse contexto, os avanços da tecnologia nos cuidados de saúde continuam sendo um dos aspectos de crescimento mais rápidos nos dias atuais, de forma que é recomendado às organizações de saúde investir no desenvolvimento, na aquisição, na implementação e na avaliação de dispositivos e de produtos de tecnologia(1-3).

Em relação aos profissionais de enfermagem, estes estão expostos diariamente às novas tecnologias, seja em sua vida pessoal, seja na profissional, e quanto mais rápido apreendê-las e dominá-las, colocando-as a serviço do cuidado ao ser humano, mais progressos terão em sua profissão(4).

O Instituto de Medicina dos Estados Unidos da América (EUA), em seu relatório de 2011 intitulado “O futuro da Enfermagem: liderando a mudança, promovendo a saúde”, recomenda que as organizações de cuidados de saúde, além de financiadores privados e públicos, colaborarem para o avanço nas investigações sobre soluções inovadoras, incluindo a tecnologia que vai habilitar os enfermeiros a contribuírem para a melhoria dos cuidados de saúde(2). Sob esse prisma, é importante que as pesquisas científicas e tecnológicas sejam conhecidas e consumidas pelo profissional de enfermagem, a fim de permitir uma melhor qualidade do cuidado(4). Ainda, além de consumir novas tecnologias, o enfermeiro deve transformar sua prática diária criando inovações que possam ser testadas e sistematizadas por meio de pesquisas científicas(4).

A robótica, área multidisciplinar que se vale dos conhecimentos de outras ciências – como matemática, física, mecânica, eletrônica, entre outras – para a criação de robôs(5), é emergente e muito promissora para a área da saúde(6). Um robô é um manipulador móvel, muitas vezes semelhante em tamanho e em altura a um ser humano, com a capacidade de sentir e de manipular objetos, bem como navegar em ambientes humanos(6). Quanto à área de cuidados pessoais, atualmente o campo da robótica reafirma-se como uma área de pesquisa em desenvolvimento, visando atender às necessidades de indivíduos com limitações físicas e cognitivas, em particular na promoção da vida comunitária independente(7).

É sabido que na China uma equipe de especialistas em robótica desenvolveu um robô para servir como um companheiro para os idosos, com capacidade de ler os sinais emitidos pelo idoso a fim de interagir de modo individual com ele(8). No Japão, para lidar com a crescente população de idosos, o governo tem investido fortemente em produtos de assistência robótica(9). Na Europa, um exemplo do desenvolvimento de robôs para o cuidado humano pode ser observado na Alemanha, onde uma empresa desenvolveu um robô, o-O-bot Care (Fraunhofer IPA, Stuttgart, Alemanha), que realiza as tarefas domésticas que os idosos doentes são incapazes de fazer, como a lavagem de roupas e a preparação de alimentos, entre outras atividades(10). Contudo, o conhecimento sobre o uso da robótica para aplicação específica no campo dos cuidados de enfermagem ainda é escasso.

De acordo com um estudo que teve como objetivo analisar as patentes registradas na área de enfermagem no período de 1990-2009, com busca realizada no banco de registros de patentes do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), não foi encontrado nenhum registro acerca do desenvolvimento de produtos robóticos para uso na assistência de enfermagem no Brasil(4).

Assim, surgiram os seguintes questionamentos: há patentes registradas a respeito do desenvolvimento de robôs para uso na prática do cuidado de enfermagem no Brasil ou em outros países? Quais problemas essas invenções tentam solucionar?

Diante desse contexto, este estudo teve como objetivo investigar quais são as patentes registradas relacionadas à invenção de robôs para uso na assistência de enfermagem.

MÉTODO

Este estudo trata-se de uma pesquisa exploratória-descritiva, com abordagem quantitativa. A questão que norteou este estudo foi: “Quais são as patentes registradas relacionadas à invenção de robôs para uso na assistência de enfermagem?”.

A coleta de dados foi realizada em agosto de 2015 nas seguintes bases de dados de registro de patentes, todas públicas: Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), Patentes Latino-americanas (Latipat), European Patent Office (Espacenet), United States Patent and Trademark Office (USPTO), Free Patents Online (FPO), Canadian Intellectual Property Office (CIPO), Japan Patent Office (JPO) e World Intellectual Property Organization (WIPO). Para a busca dos registros, foram utilizadas palavras-chave de acordo com a indexação em cada base específica (Quadro 1).

Quadro 1. Estratégias de busca de acordo com as bases de dados selecionadas – Ribeirão Preto, SP, Brasil, 2015. Quadro 1

Os critérios de inclusão delimitados para a pré-seleção das patentes foram: registros em inglês, português ou espanhol, com resumo, que apresentassem como invenção robôs desenvolvidos para uso na assistência de enfermagem. Não foi estabelecido limite quanto ao ano de publicação das patentes. O processo de seleção foi realizado por meio da leitura minuciosa dos títulos, de modo que foram para a seleção final os registros que atendiam aos critérios de inclusão já citados. Para a seleção final, foi realizada a leitura minuciosa dos resumos, sendo selecionados apenas aqueles que apresentassem como foco principal a invenção de robôs para uso na assistência de enfermagem.

Para a coleta e a análise dos dados, utilizou-se um instrumento desenvolvido pelas pesquisadoras, o qual continha os seguintes tópicos de interesse: base de dados, nome e país do primeiro inventor, título da invenção, ano de publicação da patente e principal funcionalidade da invenção.

RESULTADOS

A amostra final consistiu em 35 patentes registradas provenientes de bases de dados internacionais (Tabela 1). Vale ressaltar que 7 registros de patentes foram encontrados em mais de uma base de dados (Quadro 2).

Tabela 1. Distribuição da seleção de patentes de acordo com os critérios estabelecidos para inclusão. Ribeirão Preto, SP, Brasil, 2015.

tabela 1

Entre as patentes identificadas, a mais antiga foi publicada em 1998; e as mais recentes, em 2015, sendo que a maior concentração de registros (34%) ocorreu nos anos de 2014 e 2015 (Quadro 2). Entre as patentes selecionadas, 43% (15) são provenientes da China; 23% (8), do Japão; 14% (5), da Coréia; 8% (3), de Taiwan; 6% (2), dos EUA; 3% (1), do Reino Unido; e 3% (1), da Espanha. O Quadro 2 apresenta uma síntese das patentes incluídas neste estudo.

Quadro 2. Quadro-síntese das características das patentes incluídas na base de dados, nome e país do primeiro inventor, título da patente, ano de publicação e principal função. Ribeirão Preto, SP, Brasil, 2015. Quadro 2 Fonte: Autor

As invenções identificadas neste estudo foram agrupadas, de acordo com sua principal função, em 4 categorias: locomoção, a qual diz respeito a robôs desenvolvidos para a transferência, a movimentação e o transporte de pacientes de um local para outro; avaliação fisiológica/monitoração, categoria destinada às invenções que tiveram como principal objetivo avaliar as condições fisiológicas do paciente e monitorar seu estado de saúde à distância (comunicação com os pacientes a distância, fornecimento de apoio on-line para os grupos de pacientes, avaliações realizadas por meio de webcam, entre outros); auxílio em atividades diárias, a qual refere-se às invenções desenvolvidas para o auxílio na realização de atividades relacionadas ao autocuidado; e reabilitação, invenções criadas para auxiliar o paciente no processo de reabilitação de patologias musculoesqueléticas.

A maior parte das patentes (40%) está relacionada à invenção de robôs criados para auxiliarem na locomoção dos pacientes. O auxílio em atividades diárias foi identificado em 28,5% das patentes incluídas neste estudo. A principal função de 23% das invenções registradas em patentes está relacionada à avaliação fisiológica/monitoração dos pacientes, e 8,5% dedicou-se ao desenvolvimento de robôs para serem utilizados no processo de reabilitação dos pacientes (Quadro 2).

DISCUSSÃO

A robótica, mais especificamente o desenvolvimento de robôs para o cuidado pessoal, tem avançado rapidamente na Ásia, na Europa e na América do Norte(7), o que corrobora os dados encontrados neste estudo. Em relação ao número de registro de patentes, o mercado de tecnologia dos EUA é o principal mercado privado do mundo para as licenças tecnológicas, com 54,2% da participação mundial em patentes registradas no USPTO; seguido pelo Japão (21,4%) e pela União Europeia (UE) (15,2%), enquanto a participação do Brasil remonta a 0,1%(11). Quanto à produção de tecnologia, a disparidade entre a América Latina, e mais especificamente o Brasil, e a Ásia, a Europa e a América do Norte pode-se dever a alguns fatores, como, por exemplo, a forte correlação entre nível de desenvolvimento econômico, investimentos em pesquisa e número de cientistas(12). As economias asiáticas têm apresentado uma rápida trajetória de crescimento da produtividade e da renda per capita em direção à fronteira tecnológica, enquanto os países da América Latina têm apresentado uma trajetória de estagnação relativa, com lento crescimento da produtividade e da renda per capita(13).

A América do Norte, a Europa e o Sul da Ásia são líderes em investimentos em pesquisa e desenvolvimento, com 94% das despesas mundiais nessa área, enquanto o Brasil apresenta 2% de investimento nesse campo(12). Quanto ao número de cientistas, em 2007 havia 5573 pesquisadores por milhão de habitantes no Japão; 4624,4, na América do Norte; 2936,4, na eu; e 656,9 cientistas por milhão de habitantes no Brasil(11). A China está prestes a superar tanto os EUA quanto a UE em termos de números de pesquisadores. Cada um desses países representa cerca de 20% do contingente mundial de pesquisadores. Se for adicionada a participação do Japão (10%) e a da Rússia (7%), é possível perceber a extrema concentração de pesquisadores: esses cinco países detêm cerca de 35% da população mundial, entretanto, possuem três quartos de todos os pesquisadores. Em contraste, um país populoso como a Índia ainda representa apenas 2,2% do total mundial, e a América Latina e a África representam 3,5% e 2,2%, respectivamente(11).

Outro ponto a ser considerado é a baixa especialização nacional em engenharia e em tecnologia, o que pode explicar o lento processo de inovação do país, se comparado, por exemplo, com o desempenho da China(11). Na área da saúde, a colaboração com engenheiros no desenvolvimento de tecnologias em cuidados pessoais tem o potencial de contribuir para a criação de produtos para melhor responderem às necessidades das pessoas dependentes de cuidados(7). Engenheiros e usuários finais se beneficiariam a partir da perspectiva dos enfermeiros sobre a produção de robôs com o máximo aproveitamento para o apoio às populações de idosos e de deficientes(7).

Ainda, há outros aspectos que também dificultam a introdução de novas tecnologias em nosso meio, como, por exemplo, a formação e a atualização de recursos humanos para o seu uso adequado, a atualização constante de instrumentos para regular/certificar novos produtos e a exigência constante de investimentos em infraestrutura física adequada(4).

De acordo com as categorias identificadas neste estudo (locomoção, avaliação fisiológica/monitoração, auxílio em atividades diárias e reabilitação), pode-se perceber que as invenções adequam-se às necessidades de pessoas idosas ou de pessoas com deficiência, um padrão seguido ao longo dos anos. Em todo o mundo, o aumento da longevidade, em combinação com as taxas de natalidade em queda, indica que a proporção de pessoas idosas na sociedade está a aumentar de forma desproporcional à força de trabalho ativa para cuidar deles(7).

Devido à gravidade do problema, a Organização das Nações Unidas e a Organização Mundial de Saúde pediram que os governos e as empresas privadas agissem com urgência para responder às necessidades das pessoas mais velhas, com especial atenção às suas capacidades físicas, considerando o potencial da tecnologia em contribuir para a satisfação das suas necessidades(7). A tecnologia tem o potencial para aumentar as capacidades dos idosos e melhorar a sua qualidade de vida, principalmente no campo da robótica, uma tecnologia emergente que pode conter uma promessa particular para essa população(6). Um inquérito europeu sobre a atitude das pessoas em relação aos robôs constatou que 62% das pessoas com idade acima de 55 anos relataram atitude positiva em relação às máquinas(14).

Em relação ao uso da robótica em favor das pessoas com deficiência, terapias assistidas por robô têm surgido nos últimos anos. Com o uso de robôs, exercícios maçantes e repetitivos podem se transformar em uma das tarefas mais desafiadoras e motivadoras, como verdadeiros jogos.

Além disso, os robôs podem proporcionar uma medida quantitativa do progresso da reabilitação(15). Pessoas com deficiências cognitivas e/ou motoras podem se beneficiar do uso de robôs de telepresença para se envolver em atividades sociais(16). Uma vantagem dos robôs de apoio é que eles podem ser usados com os participantes que tenham pouca ou nenhuma capacidade de movimentos residuais(17). Ainda, exemplos de aplicações robóticas que estão sendo desenvolvidas incluem monitoramento do paciente em casa, recolha de dados sobre o uso de medicamentos, atividades de vida diária, biometria e promoção da interação social, entre outras(7).

O uso da robótica em outras áreas, como, por exemplo, na medicina e na odontologia, é uma realidade já consolidada e que não cessa de evoluir. Diversos tipos de robôs auxiliam nas mais variadas situações, como na realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos, em situações de simulação clínica para a formação de profissionais, entre outras(18).

Quanto à enfermagem, até o momento, a literatura não abordou como os enfermeiros irão participar da seleção e do uso da tecnologia robótica, ou ainda como a robótica poderia influenciar nos cuidados de enfermagem e nos resultados dos pacientes(7). Além disso, alguns profissionais resistem ao uso de novas tecnologias, muitas vezes por não perceberem a importância de seu uso, seja no aspecto profilático, seja no curativo, seja no de reabilitação(19). A abertura é necessária não somente para aceitar a chegada de novas tecnologias, mas também para continuar a aprender sobre estas, bem como as técnicas e os desafios envolvidos em seu uso(20).

A tecnologia que facilita o atendimento domiciliar de idosos e de pessoas com deficiência provavelmente estará presente no caso de cuidados agudos. Em um mundo no qual o capital humano pode ser reduzido em proporção à necessidade de serviços de saúde, um cenário que se prevê para a próxima década ou mais, faz-se necessário pensar em como a enfermagem poderá melhor utilizar dispositivos robóticos para maximizar sua própria produtividade(7).

CONCLUSÃO

Com base nos resultados encontrados, é possível concluir que as patentes registradas relacionadas à invenção de robôs para uso na assistência de enfermagem distribuem-se, de acordo com a principal função da invenção, em quatro áreas distintas: locomoção, avaliação fisiológica/monitoração, auxílio em atividades diárias e reabilitação. Ainda, as regiões nas quais tem ocorrido o maior desenvolvimento da robótica no campo dos cuidados de saúde são Ásia, Europa e América do Norte. O estudo fornece uma direção para que os enfermeiros possam pensar o desenvolvimento e o uso de tal tecnologia em sua prática clínica, já que ela se apresenta como uma tendência para o futuro da profissão.

É importante atentar para a necessidade de investimento monetário e intelectual nessa área, bem como do trabalho em conjunto entre enfermeiros e profissionais de outras áreas, como a engenharia, visto que é imprescindível o trabalho multidisciplinar a fim de se alcançar o máximo de produtividade no desenvolvimento de robôs para o cuidado em saúde em benefício do cuidado a ser oferecido ao paciente.


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Todos os autores participaram das fases dessa publicação em uma ou mais etapas a seguir, de acordo com as recomendações do International Committe of Medical Journal Editors (ICMJE, 2013): (a) participação substancial na concepção ou confecção do manuscrito ou da coleta, análise ou interpretação dos dados; (b) elaboração do trabalho ou realização de revisão crítica do conteúdo intelectual; (c) aprovação da versão submetida. Todos os autores declaram para os devidos fins que são de suas responsabilidades o conteúdo relacionado a todos os aspectos do manuscrito submetido ao OBJN. Garantem que as questões relacionadas com a exatidão ou integridade de qualquer parte do artigo foram devidamente investigadas e resolvidas. Eximindo, portanto o OBJN de qualquer participação solidária em eventuais imbróglios sobre a materia em apreço. Todos os autores declaram que não possuem conflito de interesses, seja de ordem financeira ou de relacionamento, que influencie a redação e/ou interpretação dos achados. Essa declaração foi assinada digitalmente por todos os autores conforme recomendação do ICMJE, cujo modelo está disponível em http://www.objnursing.uff.br/normas/DUDE_final_13-06-2013.pdf

Recibido: 11/11/2015 Revisado: 13/07/2016 Aprobado: 14/07/2016