
PROTOCOLO DE REVISÃO
A LUDICIDADE NO CUIDADO A CRIANÇAS COM ANOMALIAS CRANIOFACIAIS CONGÊNITAS: PROTOCOLO DE REVISÃO DE ESCOPO
Mariana Martire Mori1, Camila Moraes Garollo Piran1, Alana Vitoria Escritori Cargnin1, Camila Siqueira Floresta Lehmkuhl1, Leslie Villarroel Yañez2, Fernanda Ribeiro Baptista Marques1, Maria de Fátima Garcia Lopes Merino1, Marcela Demitto Furtado1
1 Universidade Estadual de Maringá, PR, Brasil
2 Universidad de Antofagasta, Antofagasta, Chile
RESUMO
Objetivo: Mapear as estratégias lúdicas empregadas com crianças que apresentam anomalias craniofaciais. Método: Protocolo de revisão de escopo elaborado conforme os pressupostos do JBI (registro no Open Science Framework sob o DOI 10.17605/OSF.IO/SKUV3). A questão norteadora da revisão é: “Como se dá o uso de estratégias lúdicas com crianças que apresentam anomalias craniofaciais?” Serão incluídos estudos com abordagem qualitativa, quantitativa, de métodos mistos, revisões sistemáticas e guidelines, sem recorte temporal ou restrição de idioma. Serão excluídos os estudos que não atenderem ao objetivo, os duplicados e aqueles cujo acesso ao texto completo não for possível. A busca será realizada em 14 bases de dados. Os resultados serão apresentados em forma de fluxograma para facilitar a compreensão.
Descritores: Ludoterapia; Criança; Anormalidades Craniofaciais.
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Como citar: Mori MM, Piran CMG, Cargnin AVE, Lehmkuhl CSF, Yañez LV, Marques FRB, et al. Playfulness in the care of children with congenital craniofacial anomalies: a scoping review protocol. Online Braz J Nurs. 2025;24(Suppl 1):e20256842. https://doi.org/10.17665/1676-4285.20256842 |
INTRODUÇÃO
As anomalias craniofaciais congênitas ocorrem em decorrência de distúrbios musculoesqueléticos que comprometem o desenvolvimento adequado do crânio e dos ossos da face, sendo responsáveis por grande parte dos casos de morbimortalidade infantil(1). Estima-se que, anualmente, cerca de oito milhões de crianças nasçam com alguma anomalia congênita no mundo, e, no Brasil, são registrados aproximadamente 25 mil nascidos vivos com essa condição(2). A gravidade dos casos pode variar de leve a severa, sendo que muitos exigem intervenções cirúrgicas imediatas. Entre as anomalias craniofaciais mais comuns, destacam-se a fissura labial e/ou a fenda palatina(2).
As anomalias craniofaciais causam uma série de comprometimentos nas crianças, afetando a fala, a saúde dentária, a audição e a respiração, além de impactarem a saúde mental e a autoimagem(3). O tratamento e a reabilitação ocorrem em centros especializados, ao longo de um período prolongado, que muitas vezes se estende até a vida adulta. Dessa forma, hospitalizações, intervenções e terapias de reabilitação tornam-se frequentes durante a infância, podendo causar traumas e problemas emocionais, como ansiedade, dor, medo e cansaço devido à continuidade do tratamento. Esses fatores também podem afastar a criança de atividades comuns à sua faixa etária, essenciais para seu processo de desenvolvimento natural(4).
Nesse contexto, o uso de estratégias lúdicas torna-se um recurso importante a ser adotado pela equipe de saúde como forma de acolher a criança e sua família, fortalecer o vínculo e despertar o interesse e a curiosidade. Entre essas estratégias, destacam-se os jogos e brincadeiras, que têm como objetivo proporcionar momentos de alegria, descontração e entretenimento ao paciente. Além disso, essas atividades preparam a criança para as situações que enfrentará, por meio de uma linguagem adequada, permitindo que ela compreenda sua condição de saúde e expresse seus medos e tensões. Trata-se também de uma forma de aproximá-la de sua rotina, contribuindo para amenizar o sofrimento e auxiliar no enfrentamento da doença(5).
Crianças com anomalias craniofaciais apresentam maior risco de vivenciarem desordens emocionais e afetivas, em razão do convívio prolongado no ambiente hospitalar, do contato com profissionais desconhecidos e das intervenções e manipulações frequentes. Esses impactos podem ser minimizados por meio do uso de estratégias lúdicas e da participação da família nos cuidados de saúde(6).
O brinquedo terapêutico instrucional (BTI) é uma ferramenta lúdica utilizada para preparar e informar a criança sobre os procedimentos terapêuticos(5). Um estudo que aplicou o BTI no pré-operatório de correção da fissura labiopalatina identificou que seu uso foi benéfico para o alívio da tensão, da ansiedade e do medo. Além disso, promoveu comportamentos positivos nas crianças e reativou a memória do brincar como uma atividade recreativa(7). Outras estratégias lúdicas também podem ser utilizadas para promover o bem-estar durante o pós-operatório, fase em que o conforto das crianças costuma estar comprometido(6).
Com o intuito de identificar estudos que abordam essa temática, foi realizada uma busca preliminar nas principais bases de dados em saúde, sem que fossem encontrados trabalhos semelhantes publicados ou em desenvolvimento. Nesse sentido, considerando as repercussões das anomalias craniofaciais na vida das crianças e a importância do brincar como um direito na infância, o presente estudo justifica-se pela necessidade de compreender as estratégias lúdicas adotadas no cuidado à criança com anomalia craniofacial. Assim, este estudo tem como objetivo mapear as estratégias lúdicas empregadas com crianças que apresentam anomalias craniofaciais.
MÉTODO
Design do estudo
Trata-se de um protocolo de revisão de escopo, elaborado conforme os pressupostos metodológicos do JBI(8), seguindo as recomendações do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses – Extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR)(9). A scoping review é um tipo de estudo que tem como objetivo explorar os conceitos relacionados a um tema e investigar a extensão e a natureza da produção científica, evidenciando possíveis lacunas no conhecimento sobre a temática(8-9).
Estratégias de busca
A formulação da pergunta de pesquisa foi baseada no mnemônico PCC, que representa População, Conceito e Contexto. Nesse caso, P refere-se a crianças; C, às estratégias lúdicas; e C, às anomalias craniofaciais. Para este estudo, serão consideradas como crianças os indivíduos com idade entre zero e 12 anos. Com base nesses elementos, definiu-se a seguinte pergunta de pesquisa: Como se dá o uso de estratégias lúdicas com crianças que apresentam anomalias craniofaciais?
Foi realizado um teste piloto nas bases PubMed e Scientific Electronic Library Online (SciELO) com o objetivo de identificar, por meio de artigos publicados, os descritores mais frequentes relacionados ao tema da pesquisa. Para a busca, serão utilizados os seguintes descritores controlados, extraídos dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e do Medical Subject Headings (MeSH): criança (child), pré-escolar (child, preschool), ludoterapia (play therapy), jogos e brinquedos (play and playthings), fenda labial (cleft lip) e anormalidades craniofaciais (craniofacial abnormalities). Também serão empregados descritores alternativos, como Brinquedoterapia (Toy Therapy) e Brinquedo Terapêutico (Therapeutic Toy), além dos operadores booleanos AND e OR.
Serão utilizadas as seguintes bases de dados para a busca de materiais científicos: Web of Science, ScienceDirect, Scopus, Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), Excerpta Medica Database (Embase), Cochrane Library, PubMed/Medline, Biblioteca Virtual em Saúde - BVS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde - LILACS e Base de Dados em Enfermagem - BDENF) e SciELO. Para a busca de literatura cinzenta, serão consultados o Catálogo de Teses e Dissertações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), OpenGrey, PeerJ Preprints, medRxiv e bioRxiv Preprints. As estratégias de busca específicas para cada base estão apresentadas na Tabela 1.
Tabela 1- Estratégias de busca. Maringá, PR, Brasil, 2025.
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Base de dados |
Estratégia de busca |
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Web of Science |
ALL= ((((((Child) OR (Child, Preschool)) AND ((Play Therapy) OR (Play and Playthings) OR (Therapeutic Toy) OR (Toy Therapy)) AND ((Craniofacial Abnormalitie) OR (Cleft Lip)))))) |
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ScienceDirect |
("child” OR “Child, Preschool”) AND (“Play Therapy” OR “Play and Playthings” OR “Therapeutic Toy”) AND (“Craniofacial Abnormalities” OR “Cleft lip”) |
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Scopus |
("Child" ) OR ( "Child, Preschool" ) AND ( "Play Therapy" ) OR ( "Play and Playthings" ) OR ( "Therapeutic Toy" ) OR ( "Toy Therapy" ) AND ( "Craniofacial Abnormalitie" ) OR ( "Cleft Lip" ) |
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CINAHL |
("child” OR “Child, Preschool”) AND (“Play Therapy” OR “Play and Playthings” OR “Therapeutic Toy”) AND (“Craniofacial Abnormalities” OR “Cleft lip”) |
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Embase |
("child” OR “Child, Preschool”) AND (“Play Therapy” OR “Play and Playthings” OR “Therapeutic Toy”) AND (“Craniofacial Abnormalities” OR “Cleft lip”) |
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Cochrane |
(child OR Child, Preschool) AND (Play Therapy OR Play and Playthings OR Therapeutic Toy) AND (Craniofacial Abnormalities OR Cleft lip) |
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PubMed/Medline |
("child” OR “Child, Preschool”) AND (“Play Therapy” OR “Play and Playthings” OR “Therapeutic Toy”) AND (“Craniofacial Abnormalities” OR “Cleft lip”) |
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BVS (LILACS, BDENF) |
((child) OR (child, preschool) AND (play therapy) OR (play AND playthings) OR (therapeutic toy) OR (toy therapy) AND (craniofacial abnormalitie) OR (cleft lip)) |
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SciELO |
("Child") OR ("Child, Preschool") AND ("Play Therapy") OR ("Play and Playthings") OR ("Therapeutic Toy") OR ("Toy Therapy") AND ("Craniofacial Abnormalitie") OR ("Cleft Lip") |
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Catálogo de dissertações e teses da CAPES |
(child) AND (Therapeutic Toy) AND (Craniofacial Abnormalities OR Cleft lip) |
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OpenGrey |
("Child" OR "Child, Preschool") AND ("Play Therapy" OR "Play and Playthings" OR "Toy Therapy" OR "Therapeutic Toy) AND ("Craniofacial Abnormalities" OR "Cleft Lip") |
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PeerJ Preprints |
("Child" OR "Child, Preschool") AND ("Play Therapy" OR "Play and Playthings" OR "Toy Therapy" OR "Therapeutic Toy) AND ("Craniofacial Abnormalities" OR "Cleft Lip") |
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medRxiv |
("Child") AND ("Therapeutic Toy" OR "Toy Therapy") AND ("Craniofacial Abnormalities" OR "Cleft lip") |
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bioRxiv Preprints |
("Child") AND ("Play Therapy" OR "Play and Playthings" OR "Toy Therapy" OR "Therapeutic Toy) AND ("Craniofacial Abnormalities") |
Critérios de elegibilidade
A coleta de dados terá início em setembro de 2024. Serão incluídos estudos com abordagens qualitativa, quantitativa, de métodos mistos, revisões sistemáticas e guidelines, sem recorte temporal ou restrição de idioma. Serão excluídos os estudos que não atenderem ao objetivo da pesquisa, os duplicados e aqueles cujo acesso ao texto completo não for possível, mesmo após duas tentativas de contato com os autores.
Seleção de estudos
Serão analisados o título, o resumo e os descritores de todos os materiais encontrados. Aqueles que atenderem à finalidade da pesquisa serão lidos na íntegra e, posteriormente, suas referências também serão examinadas, com o objetivo de incluir todos os estudos relacionados à temática(10-11). Os materiais selecionados serão inseridos na plataforma Rayyan(12) (Intelligent Systematic Review), com o intuito de auxiliar na organização e otimizar o tempo durante a condução da revisão. Ressalta-se que o processo será realizado de forma cega, por dois revisores independentes. Em caso de divergências, um terceiro revisor será consultado. A análise dos resultados seguirá o diagrama apresentado na Figura 1.

Fonte: Fluxograma PRISMA adaptado de Page et al.(11).
Figura 1 - Modelo de diagrama de fluxo PRISMA. Maringá, PR, Brasil, 2025
Extração e síntese de dados
A extração dos dados dos materiais selecionados será realizada com base em uma ferramenta de extração elaborada segundo as recomendações do JBI(8), conforme apresentado na Tabela 2. Essa ferramenta incluirá as seguintes informações: nome dos autores, formação do autor principal, ano de publicação, país, título e objetivo do estudo, tipo de estudo/metodologia, população, anomalia craniofacial descrita, tamanho da amostra, tipo de estratégia lúdica utilizada e seu contexto. Os resultados serão organizados em formato de fluxograma, para facilitar a interpretação, e também apresentados por meio de quadros.
Tabela 2 - Ferramenta para extração de dados. Maringá, PR, Brasil, 2025
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Variável |
Questão |
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Autores |
Qual o nome dos autores? |
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Primeiro autor |
Qual a formação do autor principal? |
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Ano de publicação |
Em que ano o material foi publicado? |
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País de origem |
Em qual país a pesquisa foi realizada? |
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Título |
Qual o título do material? |
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Objetivo |
Qual o objetivo do estudo? |
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Metodologia de estudo |
Qual o tipo de estudo desenvolvido? |
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População |
Quais são os participantes da pesquisa? |
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Anomalia craniofacial |
Qual anomalia craniofacial foi descrita? |
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Amostragem |
Qual é a amostragem do estudo? |
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Estratégia lúdica |
Qual estratégia lúdica foi utilizada? |
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Contexto |
Em qual contexto a estratégia lúdica foi utilizada? |
Questões éticas
Este estudo dispensa apreciação por Comitê de Ética, por se tratar de uma revisão de materiais já publicados. O protocolo foi registrado na plataforma Open Science Framework (OSF) sob o DOI 10.17605/OSF.IO/SKUV3.
CONFLITOS DE INTERESSE
Os autores declaram não haver conflitos de interesse.
FINANCIAMENTO
O presente trabalho foi realizado com apoio da CAPES – Brasil – Código de Financiamento 001.
REFERÊNCIAS
1. Farhan TM, Al-Abdely BA, Abdullateef AN, Jubair AS. Craniofacial Anomaly Association with the Internal Malformations in the Pediatric Age Group in Al-Fallujah City-Iraq. Biomed Res Int. 2020;2020(1):4725141. https://doi.org/10.1155/2020/4725141
2. Ministério da Saúde (BR). Anomalias e infecções congênitas selecionadas: guia de consulta rápida [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2022 [citado 2024 Ago 10]. Disponível em: http://plataforma.saude.gov.br/anomalias-congenitas/anomalias-infeccoes-congenitas-selecionadas-guia-consulta-rapida.pdf
3. Akintoye SO, Adisa AO, Okwuosa CU, Mupparapu M. Craniofacial disorders and dysplasias: Molecular, clinical, and management perspectives. Bone Rep. 2024;20:101747. https://doi.org/10.1016/j.bonr.2024.101747
4. Kennedy M, Howlin F. Preparation of children for elective surgery and hospitalisation: A parental perspective. J Child Health Care. 2022;26(4):568-580. https://doi.org/10.1177/13674935211032804
5. Mandetta MA, Toso BRGO, Gaiva MAM, Maia EBS, Barber ROB, Ribeiro CA, organizadores. Brincar e o brinquedo terapêutico: na assistência de enfermagem à criança e família. São Paulo: SOBEP; 2023.
6. Galdino MF, Batista NT, Martinez AF, Melo CR, Zamboni CS, Bom GC, et al. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em crianças em pós-operatório imediato de queiloplastia. Enferm. foco (Brasília). 2024;15:e-202430. https://doi.org/10.21675/2357-707X.2024.v15.e-202430
7. Fontes CMB, Sá FM, Mondini CCSD, Moraes MCAF. Therapeutic toy and child preparation for correction of cleft lip and palate surgery. Rev. enferm. UFPE on line. 2013 [citado 2024 Ago 10];7(7):4681-4688. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/11718
8. Peters MDJ, Godfrey C, McInerney P, Munn Z, Tricco AC, Khalil, H. Scoping Reviews (2020). In: Aromataris E, Lockwood C, Porritt K, Pilla B, Jordan Z, editores. JBI Manual for Evidence Synthesis. Adelaide: JBI; 2024. https://doi.org/10.46658/JBIMES-24-09
9. Tricco AC, Lillie E, Zarin W, O’Brien KK, Colquhoun H, Levac D, et al. PRISMA Extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR): Checklist and Explanation. Ann Intern Med. 2018;169(7):467-473. https://doi.org/10.7326/M18-0850
10. Peters MDJ, Godfrey C, Mcinerney P, Khalil H, Larsen P, Marnie C, et al. Best practice guidance and reporting items for the development of scoping review protocols. JBI Evid Synth. 2022;20(4):953-968. https://doi.org/10.11124/JBIES-21-00242
11. Page MJ, McKenzie JE, Bossuyt PM, Boutron I, Hoffmann TC, Mulrow CD, et al. Updating guidance for reporting systematic reviews: development of the PRISMA 2020 statement. J Clin Epidemiol. 2021;134:103-112. https://doi.org/10.1016/j.jclinepi.2021.02.003
12. Ouzzani M, Hammady H, Fedorowicz Z, Elmagarmid A. Rayyan—a web and mobile app for systematic reviews. Syst Rev. 2016;5(1):210. https://doi.org/10.1186/s13643-016-0384-4
Submissão: 21-Ago-2024
Aprovado: 26-Mar-2025
Editores:
Rosimere Ferreira Santana (ORCID: 0000-0002-4593-3715)
Geilsa Soraia Cavalcanti Valente (ORCID: 0000-0003-4488-4912)
Katerine Moraes dos Santos (ORCID: 0000-0002-2064-5207)
Autor correspondente: Mariana Martire Mori (mari_mmori@hotmail.com)
Editora:
Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa – UFF
Rua Dr. Celestino, 74 – Centro, CEP: 24020-091 – Niterói, RJ, Brasil
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