Figura1

 

 

 

 

PROTOCOLO DE REVISÃO

 

ACESSO DAS MULHERES EM SITUAÇÃO DE RUA À SAÚDE: UM PROTOCOLO DE REVISÃO DE ESCOPO

 

Nathália de Souza Monezi1, Maira Libertad Soligo Takemoto2, Renata Soares Luz1, Fernanda Mota Rocha1, Isabela Oliveira de Almeida1, Bruno Pereira da Silva1,3, Débora de Souza Santos1

 

1 Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, SP, Brasil

2 Universidade Estadual de Botucatu, São Paulo, SP, Brasil

3 Universidade Federal do Acre, Cruzeiro do Sul, AC, Brasil

 

RESUMO

Objetivo: Analisar, na literatura científica, as estratégias de acesso e as trajetórias de busca por serviços de saúde realizadas por mulheres em situação de rua, conforme pesquisa preliminar de revisões de escopo. Método: O protocolo foi elaborado em conformidade com o método JBI e a lista de verificação Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analysis extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR), além de registrado no Open Science Framework. A proposta inclui realizar uma busca em bases de dados relevantes, importar os artigos encontrados para o software Rayyan, excluir duplicatas e proceder à leitura de títulos, resumos e textos completos. Serão considerados para inclusão estudos de coorte, inquéritos, entrevistas, grupos focais, observações, séries de casos e estudos de caso. Os resultados serão apresentados de forma narrativa e em tabelas.

 

Descritores: Saúde da Mulher; Pessoas Mal Alojadas; Serviços de Saúde; Acesso aos Serviços de Saúde; Racismo Sistêmico.

 

Como citar: Monezi NS, Takemoto MLS, Luz RS, Rocha FM, Almeida IO, Silva BP, et al. Access to health care for homeless women: a scoping review protocol. Online Braz J Nurs. 2025;24(Suppl 1):e20256782. https://doi.org/10.17665/1676-4285.20256782

 

INTRODUÇÃO

A população em situação de rua resulta de transformações individuais, familiares, econômicas, sociais e políticas que ocorrem em países de baixa, média e alta renda(1-2). Em 2013, Portugal, com aproximadamente 10 milhões de habitantes, tinha cerca de 5 mil pessoas em situação de rua. Nos Estados Unidos, no mesmo ano, com uma população de 320 milhões, esse número chegava a 610.042(3). Na cidade de São Paulo, em 2015, havia 15.905 pessoas em situação de rua em uma população estimada de 12 milhões de habitantes(4). Em 2019, a população geral de São Paulo alcançou 12,25 milhões, enquanto o número de pessoas em situação de rua subiu para 24.344. Desse grupo, 96,7% eram brasileiros e 3,3% estrangeiros, sendo 85,5% homens e 14,5% mulheres. O recorte racial indicava 68,6% de pessoas pretas e pardas, 26,1% brancas, 2,4% indígenas, 1,1% amarelas e 1,8% que não responderam ou não informaram(5).

Essa população enfrenta invisibilidade social, preconceito, fome, miséria, violência, adversidades climáticas e uma busca constante por abrigos, como pontes, viadutos, parques, terrenos baldios e albergues públicos(6).

As mulheres, frequentemente vítimas de pobreza, baixa escolaridade, moradia instável e violência familiar, são muitas vezes forçadas a deixar seus lares e empregos, encontrando refúgio em albergues, instituições filantrópicas ou nas ruas(7). Em situação de rua, enfrentam barreiras no acesso à saúde, agravadas por interseccionalidades de raça, classe e orientação sexual(8). Embora sejam minoria em comparação aos homens nessa condição, enfrentam desafios específicos, como violência, especialmente a sexual, quando fazem uso de substâncias psicoativas (SPA) em “mocós”(9). Para gerar renda, muitas recorrem à criminalidade ou ao trabalho sexual, subsidiando o consumo de SPA e buscando proteção contra as inseguranças e vulnerabilidades(10-11).

A vivência nas ruas acarreta sérios agravos à saúde, principalmente quando associada ao uso de SPA, trabalho sexual, gravidez indesejada e exposição à violência(12). O acesso aos serviços de saúde é influenciado por fatores como disponibilidade de infraestrutura e profissionais, o acolhimento inicial e a qualidade do atendimento(13). Para mitigar as iniquidades em saúde, o Ministério da Saúde criou os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) em 2002 e implementou os Consultórios de Rua (CdR) em 2013(14-15).

Além desses serviços, uma pesquisa publicada em 2023, realizada com enfermeiros que aplicam as Práticas Avançadas de Enfermagem (PAE) em comunidades do Rio de Janeiro, destacou o papel essencial da enfermagem na ampliação do cuidado em saúde, resultando em progressos significativos para grupos vulneráveis. Estudos científicos que abordem o trabalho da enfermagem frente aos desafios de cuidar de populações vulneráveis são de extrema importância(16).

As revisões de escopo, reconhecidas por sua relevância, são sínteses de evidências que buscam mapear sistematicamente o conhecimento disponível, identificar lacunas e ampliar o entendimento sobre determinados temas(17). Uma pesquisa publicada em 2022 sobre mulheres em situação de rua revelou lacunas de conhecimento que geram iniquidades em saúde, reforçando a necessidade de novas investigações científicas(18).

Portanto, este protocolo de revisão de escopo tem como objetivo analisar, na literatura científica, as estratégias de acesso e as trajetórias de busca por serviços de saúde realizadas por mulheres em situação de rua, considerando suas dificuldades históricas e sociais(19). Os objetivos, critérios de inclusão e métodos de análise foram previamente definidos e documentados em um protocolo a priori(20), seguindo o checklist Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analysis extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR)(21) e registrado no Open Science Framework (OSF) sob o DOI 10.17605/OSF.IO/A9NFC.

 

MÉTODO

Tipo de estudo

Este protocolo trata de uma revisão de escopo, elaborada com base no método JBI(17) e no checklist Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analysis extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR)(21), com o protocolo registrado no Open Science Framework (OSF)(22-23).

A revisão de escopo é uma metodologia utilizada para mapear a literatura de uma área específica do conhecimento, permitindo avaliar a extensão das pesquisas existentes, além de identificar lacunas e oportunidades de investigação(24).

A questão norteadora desta pesquisa é: Quais são as estratégias de acesso e as trajetórias de busca à saúde de mulheres em situação de rua identificadas na literatura científica mundial? Para formular essa questão, foi empregada a estratégia SPIDER(25) (Figura 1).

 

S

PI

D

E

R

Sample

Phenomenon of interest

Study design

Evaluation

Research type

Homeless women

Access to health services

Cohorts, surveys, interviews, focus groups, observation, case series, case studies

Trajectories, difficulties and ease of access

Qualitative, quantitative or mixed research

Figura 1 - Mnemônico para o desenvolvimento da pergunta norteadora. Campinas, SP, Brasil, 2023

 

Estratégia de pesquisa

Após a formulação da pergunta do estudo, foram selecionados os descritores controlados e não controlados, além de definida e elaborada a estratégia de busca para os recursos informacionais, com a assessoria de uma bibliotecária.

Os termos utilizados na estratégia de busca foram identificados nos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e no Medical Subject Headings (MeSH), em português e inglês.
A documentação das estratégias de busca é uma ferramenta essencial para a validação científica de uma revisão de escopo, pois permite a compreensão e avaliação das etapas subsequentes
(19). Os recursos informacionais utilizados neste protocolo incluem: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), sem filtro para bases de dados específica, incluindo Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Base de Dados de Enfermagem (BDENF - Enfermagem), Porto Rico, Secretaria Estadual de Saúde São Paulo e Coleciona SUS; PubMed; EBSCOHost; Scopus. Foram considerados estudos publicados entre os anos de 2010 e 2022, sem restrição de idioma. No entanto, publicações em idiomas diferentes do português serão encaminhadas para tradução. Todos os recursos estão apresentados na Figura 2 a seguir:

 

Recurso informacional

Estratégia de busca

BVS

(MEDILINE, LILACS, BDENF - Enfermagem, Porto Rico, Secretaria Estadual de Saúde São Paulo e Coleciona SUS)

(tw:("women's health" OR "Salud de la Mujeres" OR " Saúde da mulher" )) AND (tw:("homeless person" OR "Personas sin hogar" OR "Pessoal em situação de rua")) AND (year_cluster:[2010 TO 2022])

PUBMED

("Homeless Persons"[Mesh]) OR "Homeless Person" OR "Person, Homeless" OR "Persons, Homeless" OR Homelessness OR "Street People" OR "People, Street") AND (Women's Health[Mesh] OR "Health, Women's" OR "Health, Women's" OR "Womens Health" OR "Health, Womens" OR "Woman's Health" OR "Health, Woman's") Filters: from 2010 - 2022

EBSCOHOST

(Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL) with Full Text, Academic Search Premier, MEDLINE, MEDLINE Complete, SocINDEX with Full Text, SPORTDiscus with Full Text, Food Science Source, Regional Business News, ERIC)

(MM "Women's Health+") OR "Women's Health" OR "Health, Women's" OR "Womens Health" OR "Health, Womens" OR "Woman's Health" OR "Health, Woman's" AND (MM "Homeless Persons+") OR "Homeless Persons" OR "Homeless Person" OR "Person, Homeless" OR "Persons, Homeless" OR "Homelessness" OR "Street People" OR "People, Street"

SCOPUS

( TITLE-ABS-KEY ( "Women's Health" OR "Health, Women's" OR "Womens Health" OR "Health, Womens" OR "Woman's Health" OR "Health, Woman's" ) AND TITLE-ABS-KEY ( "Homeless Persons" OR "Homeless Person" OR "Person, Homeless" OR "Persons, Homeless" OR "Homelessness" OR "Street People" OR "People, Street" ) ) AND ( LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2022 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2021 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2020 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2019 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2018 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2017 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2016 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2015 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2014 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2013 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2012 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2011 ) OR LIMIT-TO ( PUBYEAR , 2010 ) )

Figura 2 - Estratégia de busca nos recursos informacionais. Campinas, SP, Brasil, 2023

 

Seleção de estudos

A condição em estudo é o acesso aos serviços de saúde, sendo incluídas na população mulheres em situação de rua (cisgêneras, transexuais e travestis). Homens cisgêneros e transgêneros foram excluídos.

Esta revisão considerará estudos com abordagens qualitativas, quantitativas, estudos mistos e revisões, excluindo dissertações, teses e literatura cinzenta, publicados entre 2010 e 2022. Para serem selecionados para análise, os estudos devem conter termos relacionados a “Saúde” e/ou “Mulher em Situação de Rua” ou a serviços de saúde, como “Atenção Primária” ou “Atendimento Móvel”.

Será realizada uma leitura criteriosa com o objetivo de classificar as informações que respondam à questão norteadora.

 

Extração de dados (seleção e codificação)

Os estudos identificados serão importados para o software Rayyan, onde será realizada a remoção de duplicatas. Em seguida, dois revisores independentes e “cegos” avaliarão e selecionarão os estudos com base nos critérios de elegibilidade(26). Em caso de divergências, um terceiro revisor será responsável por solucioná-las.

A avaliação da qualidade metodológica será realizada para garantir a validade interna dos estudos selecionados e minimizar os riscos de viés. Os dados extraídos dos artigos serão registrados em uma planilha do Excel, contendo as seguintes informações: Autor, Ano de publicação, Periódico, Desenho do estudo, Cenário, Participantes (inclui idade, sexo, cidade/estado, tamanho da amostra, riscos e outras características relevantes), Procedimentos de recrutamento, Acompanhamento ou duração do estudo, Exposição(ões) de interesse (variável independente) - tipo, frequência, intensidade, duração, Variável dependente (resultado), Resultados, Medições de resultados - escalas ou ferramentas usadas para medir os resultados, Métodos de análise de dados, Medidas apropriadas para o tamanho do efeito, como: Proporção de risco, Razão de risco relativo, Razão de probabilidade, Valor P e intervalos de confiança de 95%; e Comentários do revisor.

 

Estratégia para síntese de dados

Será realizada uma síntese qualitativa dos dados dos estudos selecionados, descrevendo as características da amostra e o agrupamento das narrativas. Além disso, serão sintetizadas informações sobre autoria, país, ano, título, periódico e participantes do estudo. Todas essas informações serão organizadas em uma tabela descritiva. Os estudos serão agrupados de forma a permitir uma melhor visualização das condições vivenciadas por mulheres em situação de rua.

 

Resultados esperados

Espera-se mapear e sintetizar os dados sobre estratégias de acesso e trajetórias de busca por serviços de saúde realizadas por mulheres em situação de rua. O objetivo é reconhecer as necessidades de saúde desse grupo vulnerabilizado, contribuindo para o fortalecimento das políticas de equidade em saúde. Adicionalmente, pretende-se fomentar a elaboração de estratégias de educação permanente em saúde, visando à qualificação do cuidado prestado.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores expressam seu agradecimento à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPG-Enf) da Faculdade de Enfermagem (FEnf) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e à bibliotecária Ana Paula de Morais e Oliveira da Biblioteca da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.

 

CONFLITO DE INTERESSES

Os autores declaram não haver conflito de interesses.

 

FINANCIAMENTO

O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Nº processo: 23038.003069/2023-68.

 

REFERÊNCIAS

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2. Aguiar MM, Iriart JAB. Significados e práticas de saúde e doença entre a população em situação de rua em Salvador, Bahia, Brasil. Cad Saúde Pública. 2012;28(1):115-24. https://doi.org/10.1590/S0102-311X2012000100012

 

3. Borysow IC, Conill EM, Furtado JP. Atenção à saúde de pessoas em situação de rua: estudo comparado de unidades móveis em Portugal, Estados Unidos e Brasil. Ciênc Saúde Colet. 2017;22(3):879-90. https://doi.org/10.1590/1413-81232017223.25822016

 

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5. São Paulo (BR). Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Núcleo de Pesquisas em Ciências Sociais. Relatório final da pesquisa amostral do perfil socioeconômico [Internet]. São Paulo: Prefeitura Municipal de São Paulo; 2019 [citado 2023 Out 13]. Disponível em: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/Produtos/Produto%209_SMADS_SP.pdf

 

6. Prates JC, Prates FC, Machado S. População em situação de rua: os processos de exclusão e inclusão precária vivenciados por esse segmento. Temporalis. [Internet]. 2011 [citado 2023 Out 13];11(22):191-215. Disponível em: https://repositorio.pucrs.br/dspace/bitstream/10923/8004/2/Populacoes_em_situacao_de_rua_os_processos_de_exclusao_e_
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7. Marangoni SR, Oliveira MLF. Fatores desencadeantes do uso de drogas de abuso em mulheres. Texto Contexto Enferm. 2013;22(3):662-70. https://doi.org/10.1590/S0104-07072013000300012 

 

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10. Rosa AS, Brêtas ACP. A violência na vida de mulheres em situação de rua na cidade de São Paulo, Brasil. Interface Comun Saúde Educ. 2015;19(53):275-85. https://doi.org/10.1590/1807-57622014.0221

 

11. Vernaglia TVC, Vieira RAMS, Cruz MS. Usuários de crack em situação de rua: características de gênero. Ciênc Saúde Colet. 2015;20(6):1851-59. https://doi.org/10.1590/1413-81232015206.11562014

 

12. Hino P, Santos JO, Rosa AS. People living on the street from the health point of view. Rev Bras Enferm. 2018;71(supl1):732-40. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2017-0547

 

13. Pinto LF, Giovanella L. Do Programa à Estratégia Saúde da Família: expansão do acesso e redução das internações por condições sensíveis à atenção básica (ICSAB). Ciênc Saúde Colet. 2018;23(6):1903-13. https://doi.org/10.1590/1413-81232018236.05592018

 

14. Ministério da Saúde (BR). Portaria nº 336, de 19 de fevereiro de 2002. Estabelece que os Centros de Atenção Psicossocial poderão constituir-se nas seguintes modalidades de serviços: CAPS I, CAPS II e CAPS III, definidos por ordem crescente de porte/complexidade e abrangência populacional [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2002 [citado 2023 Out 25]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2002/prt0336_19_02_2002.html

 

15. Ministério da Saúde (BR). Portaria nº 122, de 25 de janeiro de 2012. Define as diretrizes de organização e funcionamento das equipes de Consultório na Rua [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2012 [citado 2023 Out 25]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2012/prt0122_25_01_2012.html

 

16. Silva AE, Almeida AR, Martins MR, Oliveira TM, Mesquita MGR, Trotte LAC. Advanced practice nursing in palliative care within the compassionate favela community: an experience report. Online Braz J Nurs. 2024;22(Suppl 2):e20246690. https://doi.org/10.17665/1676-4285.20246690

 

17. Moraes EB. Review Protocols [editorial]. Online Braz J Nurs. 2022;21(Suppl 1):e20226585. https://doi.org/10.17665/1676-4285.20226585

 

18. Melo GB, Costa AM. Sexual and reproductive rights of homeless women: a scoping review protocol. Online Braz J Nurs. 2022;21(Suppl 1):e20226591. https://doi.org/10.17665/1676-4285.20226591

 

19. Aromataris E, Munn Z. Chapter 1: JBI Systematic Reviews (2020 version). In: Aromataris E, Munn Z, editors. JBI Manual for Evidence Synthesis [Internet]. Adelaide: JBI; 2020 [citado 2023 Out 25]. Disponível em: https://jbi-global-wiki.refined.site/space/MANUAL/4688650/Chapter+1%3A+JBI+Systematic+Reviews

 

20. Moola S, Munn Z, Tufanaru C, Aromataris E, Sears K, Sfetc R, et al. Chapter 7: Systematic reviews of etiology and risk. (2020 version) In: Aromataris E, Munn Z, editors. JBI Manual for Evidence Synthesis [Internet]. Adelaide: JBI; 2020 [citado 2023 Out 25]. Disponível em: https://jbi-global-wiki.refined.site/space/MANUAL/4687372/Chapter+7%3A+Systematic+reviews+of+etiology+and+risk

 

21. Page MJ, McKenzie JE, Bossuyt PM, Boutron I, Hoffmann TC, Mulrow CD, et al. The PRISMA 2020 statement: an updated guideline for reporting systematic reviews. Syst Rev. 2021;10:89. https://doi.org/10.1186/s13643-021-01626-4

 

22. Peters MDJ, Marnie C, Tricco AC, Pollock D, Munn Z, Alexander L, et al. Updated methodological guidance for the conduct of scoping reviews. JBI Evid Synth. 2020;18(10):2119-26. https://doi.org/10.11124/JBIES-20-00167

 

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26. Ouzzani M, Hammady H, Fedorowicz Z, Elmagarmid A. Rayyan—a web and mobile app for systematic reviews. Syst Rev. 2016;5:210. https://doi.org/10.1186/s13643-016-0384-4

 

Submissão: 26-Dez-2023

Aprovado: 28-Out-2024

 

Editores:

Ana Carla Dantas Cavalcanti (ORCID: 0000-0003-3531-4694)

Paula Vanessa Peclat Flores (ORCID: 0000-0002-9726-5229)

Cláudia Maria Messias (ORCID: 0000-0002-1323-0214)

 

Autor correspondente: Nathália de Souza Monezi (nathaliamonezi@gmail.com)

 

Editora:

Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa – UFF

Rua Dr. Celestino, 74 – Centro, CEP: 24020-091 – Niterói, RJ, Brasil

E-mail da revista: objn.cme@id.uff.br

 

CONTRIBUIÇÃO DE AUTORIA 

Concepção do projeto: Monezi NS, Takemoto MLS, Santos DS

Obtenção de dados: Monezi NS

Análise e interpretação dos dados: Monezi NS, Takemoto MLS, Luz RS, Rocha FM, Almeida IO, Silva BP, Santos DS

Redação textual e/ou revisão crítica do conteúdo intelectual: Monezi NS, Takemoto MLS, Luz RS, Rocha FM, Almeida IO, Silva BP, Santos DS

Aprovação final do texto a ser publicada: Monezi NS, Takemoto MLS, Luz RS, Silva BP, Santos DS

Responsabilidade pelo texto na garantia da exatidão e integridade de qualquer parte da obra: Monezi NS, Takemoto MLS, Luz RS, Rocha FM, Almeida IO, Silva BP, Santos DS

 

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