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Ambulatorial consultation of brazilian nursing oncology - an integrative review

Consulta ambulatorial de enfermagem oncológica brasileira – revisão integrativa 

Míria Conceição Lavinas Santos1 Francisco Stélio Sousa1 Mariza Silva Oliveira1 Anna Paula Sousa Silva1 Izabel Cristina Falcão Juvenal Barbosa1 Ana Fátima Carvalho Fernandes1 

1 Universidade Federal do Ceará, CE, Brasil 

Abstract: The content of the national scientific publications was analyzed quantitatively in the period 2000 to 2007, in databases BIREME, BDENF, LILACS has handled the consultation in oncology nursing review by the method of integration. Among the studies, 6 (85.7%) focused action of nursing care (education and health) and 1 (14.2%) focused in prevention of cancer. Among the types of cancer, the breast cancer is more focused in these studies (71.4%). Based on the results, 100.0% of authors make recommendations for change in clinical practice, 57.1% recommend the implementation of actions directed to the range of needs of patients and 42.8% recommend the deployment of nursing process in oncology nursing consultation. Thus, it appears that there is a need for more research in this area and great care in preparing the scientific method in order to provide quality scientific evidence with which to be implemented in our reality.

Key words: Nursing, Medical oncology, Oncologic Nursing 

Resumo: O conteúdo das publicações científicas nacionais foi analisado quantitativamente no período de 2000 a 2007, nas bases de dados BIREME, BDENF, LILACS que trataram de consulta de enfermagem em oncologia pelo método da revisão integrativa. Dos estudos, 6 (85,7%) focalizaram ações da assistência de enfermagem (ações educativas e curativas) e 1 (14,2%) abordava prevenção do câncer. Dentre os tipos de câncer, o de mama é o mais focalizado nos estudos (71,4%). Com base nos resultados, 100,0% dos autores fazem recomendações para a mudança da prática clínica, 57,1% recomendam a implementação de ações direcionadas ao alcance das necessidades do paciente e 42,8% a implantação do processo de enfermagem na consulta de enfermagem oncológica. Sendo assim, conclui-se que há necessidade de maiores pesquisas nessa área e maior cuidado na elaboração do método científico, a fim de proporcionar evidências científicas com qualidade para que possam ser aplicadas em nossa realidade.

Palavras-chave: Enfermagem; oncologia; enfermagem oncológica

Introdução 

Etimologicamente, o termo consultar procede do latim “consultare’’ e significa pedir opinião, conselho, esclarecer, informar ou conhecer alguma coisa (1).

A consulta ambulatorial tem por objetivo estabelecer o diagnóstico e o manejo dos problemas de saúde, e ao mesmo tempo é um momento único, pois diz respeito diretamente ao relacionamento estabelecido entre duas pessoas, o profissional e o paciente (2).

A enfermagem é o processo de cuidar, que compreende juízos e atos dirigidos à conservação, promoção e restabelecimento do equilíbrio do homem, família e comunidade.  Possui um corpo de conhecimentos fundamentais em princípios científicos e teorias, validados pela pesquisa e expressos em práticas que vão do estado de saúde ao estado de doença, mediado por transações sociais, profissionais, científicas, estéticas, éticas e políticas do cuidar do ser humano.

Mediante isto, alguns autores (3-5) configuram a consulta de enfermagem como uma necessidade social, uma vez que está voltada para atuar junto ao indivíduo, a família e a comunidade de modo sistemático e contínuo, com a finalidade de promover a saúde mediante diagnóstico de enfermagem e intervenções nas respostas humanas e problemas atuais e potenciais de saúde.

A conquista do espaço para a realização da consulta de enfermagem, no Brasil, acompanhou as fases de mudanças da enfermagem como um todo. Foi compreendido como necessidade a partir da década de 20, quando, entre as atividades do enfermeiro, encontrava-se naquela época a entrevista pós-clínica, esta como atividade precursora da consulta de enfermagem e culminou com a sua implantação legalizada de forma definitiva em 25 de junho de 1986, segundo a Lei 7.489.

Com a resolução COFEN 159, a mesma foi institucionalizada como atividade privativa do enfermeiro, onde se utiliza componentes do método científico para identificar situações de saúde/doença, prescrever e implementar medidas de enfermagem que contribuam para a promoção, prevenção, proteção da saúde, recuperação e reabilitação do indivíduo, família e comunidade, tendo como fundamento os princípios de universalidade, eqüidade, resolutividade e integralidade das ações de saúde em todos os níveis de assistência à saúde, seja em instituição pública ou privada (6).

Nesta perspectiva, a institucionalização da Consulta de Enfermagem, favorece a concretização de um modelo assistencial adequado às condições das necessidades de saúde da população.

Apesar da consulta de enfermagem ambulatorial ter se institucionalizado como um processo da prática de enfermagem de forma concreta e determinada como sendo privativa do enfermeiro e implementada sua evolução histórica com método científico, sua concretização ainda não se caracteriza como prática na sistematização da assistência de enfermagem do enfermeiro oncológico.

Para tanto, o presente trabalho tem como objetivo identificar o conhecimento produzido na enfermagem brasileira sobre a consulta ambulatorial de enfermagem em oncologia no período de 2000 a 2007. 

Método 

Estudo descritivo-exploratório baseado na revisão integrativa da literatura (7), com estabelecimento de palavras-chave, critérios para inclusão/exclusão de artigos, seleção dos artigos, informações a serem extraídas dos trabalhos revisados: objetivo, metodologia e principais conclusões, a análise, a discussão e interpretação dos resultados e, por fim, a síntese do conhecimento.

O levantamento bibliográfico foi realizado no período de agosto a fevereiro de 2008, por busca eletrônica, pela BIREME, no banco de dados LILACS (Literatura Latino-Americana em Ciências de Saúde) e na base de dados BDENF (Base de Dados Bibliográficos Especializada na Área da Enfermagem).

Para o levantamento dos dados, utilizamos os descritores: "consulta ambulatorial", "enfermagem", "câncer" e "oncologia". Realizamos o agrupamento dos descritores da seguinte maneira: consulta ambulatorial e enfermagem, consulta ambulatorial e enfermagem e câncer, consulta ambulatorial, enfermagem e oncologia.

Os critérios utilizados para a seleção dos estudos foram: artigos publicados em periódicos indexados nacionais de enfermagem, artigos que abordassem a temática consulta ambulatorial em oncologia e artigos publicados do ano de 2000 a 2007.

Foram identificados 7 artigos, os quais compuseram a amostra final desse estudo. Não foram incluídos os periódicos do ano de 2008 por não constarem no banco de dados eletrônico no período da coleta de dados.

Os artigos foram numerados conforme a ordem de sua localização e em seguida submetidos à leitura exploratória e seletiva. Para os artigos que atendessem os critérios de inclusão, os dados eram armazenados em um formulário composto de duas partes: Identificação do artigo – título, descritores, objetivo, tipo de publicação, autores e instituição de origem e dados específicos do artigo – procedimentos metodológicos (delineamento, população, instrumento e estratégia de coleta dos dados, análise dos dados) e o tipo de conhecimento produzido pelos enfermeiros.

Os dados foram analisados conforme a estatística descritiva e a literatura pertinente.

 Resultados

 O estudo permitiu verificar que os 7 artigos analisados sobre o tema ,consulta ambulatorial de enfermagem oncológica, pelos enfermeiros brasileiros, 2 (28,6%) foram localizados na Revista Latino- Americana de Enfermagem (8-9); 2 (28,6%) na Revista Nursing (10-11); 2 (28,6%) na Revista Enfermagem UERJ (12-13) e 01 (14,2%) na Revista Cogitare Enfermagem (14).

Quanto aos dados relacionados à identificação do artigo, verificamos que o título em relação aos descritores utilizados nas publicações (100,0%) mostram-se relacionados diretamente ao tema, o que possibilita a acessibilidade aos trabalhos produzidos quando se realiza um levantamento bibliográfico.

Verificou-se que 5 (71,4%) dos artigos apresentavam o objetivo de forma clara, mostrando o interesse dos pesquisadores em estudar aspectos voltados para produzir melhorias nos cuidados prestados ao paciente com câncer e 2 (28,6%) não apresentavam adequadamente os objetivos do estudo. Parece coerente considerarmos indispensável que estes objetivos constituam a proposta para responder a hipótese do estudo.

Analisando os dados relacionados à autoria dos artigos, encontramos uma média de 2,6 autores por artigo publicado. Buscando conhecer as características dos autores, caracterizamos essa amostra (18) quanto à titulação e vínculo com a instituição. Assim 44,4% possuem titulação de doutor, seguido por 22,2 % especialista, mestre 16,6 % e graduada 16,6%. Desse total de autores, 100% são vinculados à instituição pública, sendo 66,6 % de instituição de ensino e 33,3% vinculados à instituição assistencial.

Quanto ao tipo de publicação observa-se que os artigos são classificados como trabalho de pesquisa 5 (71,4%), seguidos por estudo de reflexão 1 (14,2%) e relato de experiência 1 (14,2%). Este resultado parece coerente uma vez que as revistas selecionadas estabelecem como critério para publicação esta classificação.

No que se refere à caracterização dos aspectos metodológicos dos artigos analisados, verificou-se que 57,1% apresentavam abordagem qualitativa e 42,8% quantitativa, com abordagem clínica, sendo o método utilizado do tipo descritivo em todos os estudos.

Entre os estudos que utilizaram a abordagem qualitativa, 2 (50,0%) utilizaram a fenomenologia e 2 (50,0%) dos estudos não descriminaram um método específico. Com relação aos estudos quantitativos, caracterizaram-se por estudos não experimentais, sendo 2 (66,6%) estudos prospectivos e 1 (33,3%) retrospectivo.

Com relação às características das populações estudadas, obtivemos que dos 7 estudos, 3 (42,8%) investigaram pacientes adultos de ambos os sexos e 4 (57,1%) dos estudos tiveram como amostra os enfermeiros que atuam em ambulatórios de prevenção e tratamento do câncer.

Quanto aos estudos que investigam os pacientes, em 2 (66,6%) deles a população era de adultos em tratamento quimioterápico e 1 (33,3%) tratava a infecção de ferida operatória em câncer de mama, e referente aos enfermeiros 2 (50,0%) com atuação em quimioterapia, 1 (25,0%) radioterapia e 1 (25,0%) prevenção de câncer ginecológico e de mama.

Quanto ao tamanho da amostra estudada encontrou-se nos 3 trabalhos que investigavam os pacientes, uma variação de 184, 68 e 17 pacientes. Em relação às investigações com enfermeiros, dos 4 trabalhos somente um citava o número de participantes, que foi de 11 indivíduos.

Os métodos de coleta de dados utilizados foram: entrevista 2 (28,5%), seguido da observação 1 (14,2%), auto-relato 1 (14,2%), auditoria em prontuário 1 (14,2%) e 2 (28,5%) não informaram ao leitor de como foi realizado o levantamento dos dados da pesquisa.

A entrevista foi o instrumento de coleta de dados mais utilizado, em 3 (42,8%) dos estudos revisados, seguido do questionário + escala 1 (14,2%), do roteiro de observação 1 (14,2%) e 2 (28,5%) não citam o instrumento utilizado.

Outro resultado obtido é que a análise de dados dos estudos foi constituída por: 3 (42,8%) estatística descritiva, 3 (42,8%) descritiva básica fundamentada em bibliografia nacional e internacional e 1 (14,2%) da fenomenológica.

Em relação à temática dos estudos, 6 (85,7%) focalizaram ações da assistência de enfermagem (ações educativas e curativas) e 1 (14,2%) prevenção do câncer. Dentre os tipos de câncer, o câncer de mama foi o mais focalizado nos estudos (71,4%).

Com base nos resultados, 100,0% dos autores fazem recomendações para a mudança da prática clínica, 57,1% no que se refere à implementação de ações direcionadas ao alcance das necessidades do paciente e 42,8% a implantação do processo de enfermagem na consulta de enfermagem oncológica.

 Discussão

 Ao se analisar o conjunto da amostra, deixa evidente que a quantidade de publicações sobre o tema é muito reduzida na literatura nacional, apesar de estudo existente (15) ter constatado um aumento crescente de publicações nacionais em enfermagem oncológica após o ano de 2000.

Cabe ressaltar a importância e a necessidade da realização de maior número de estudos que envolva aspectos da assistência ambulatorial, uma vez que estes estudos servirão para reflexões e instrumentalização sobre os aspectos da assistência de enfermagem ao paciente no ambulatório de oncologia.

Percebeu-se como ainda é incipiente a participação de enfermeiras assistenciais, o que nos faz constatar a necessidade de maior articulação entre enfermeiras, docentes e assistenciais, para a troca de experiência e produção do conhecimento que irá beneficiar a prática.

Pode-se verificar que a enfermagem tem se voltado para estudos conceituais qualitativos e clínicos quantitativos o que demonstra uma evolução nas pesquisas produzidas por enfermeiros oncológicos, uma vez que o conhecimento alcançado pela abordagem clínica permite a reflexão a partir da prática, enquanto os achados de estudos conceituais qualitativos já servem de subsídio para a utilização de teorias e a explicação de fenômenos.

Os resultados revelaram que os pesquisadores têm se preocupado com investigações que abrangem o acompanhamento do paciente em quimioterapia, evidenciando a preocupação da implementação da assistência de enfermagem de forma integral e individualizada, atendendo as prioridades essenciais ao paciente que se submete a tratamento quimioterápico.

O tamanho da amostra na pesquisa quantitativa e o número de sujeitos em uma pesquisa qualitativa é um aspecto importante na condução e na avaliação do estudo, uma vez que uma amostra representativa garante que as medidas reflitam a realidade e possam ser generalizadas para a população (16).

Em se tratando dos procedimentos para a coleta de dados, é de fundamental importância que o pesquisador na avaliação do plano de coleta de dados deva estimar criticamente não apenas o método escolhido, mas também o procedimento empregado, pois a não realização de forma adequada pode afetar a qualidade dos dados (16).

Os procedimentos analíticos descritos proporcionam uma visão geral de como os pesquisadores vêm se familiarizando com a estatística descritiva, que fornece um nível de eficácia para detectar diferenças significativas que têm implicações para a pesquisa que envolve prática clínica imediata.

Particularmente, estender este tipo de estudo aos outros tipos de neoplasia é necessário, uma vez que irá servir de subsídio para a prática clínica. Apesar do conhecimento produzido em estudos anteriores pela enfermagem (17-19), com relação ao tema câncer de mama, esta neoplasia ainda denota preocupação devido a sua alta incidência e potencializa-se no impacto com a indicação dos tratamentos associados à cirurgia, à radioterapia e à quimioterapia.

Sugerem, com base nos resultados dos estudos, a implementação de uma prática clínica que implique a saída tecnicista para um cuidado mais amplo, que envolva a interação de diversos fatores, tais como físicos, comportamentais, emocionais e psicológicos, bem como priorizando as relações entre o paciente, a família e o profissional de enfermagem. Esta nova visão traz a idéia da consulta de enfermagem oncológica numa perspectiva humanista (20-21), com base no conhecimento científico, enfatizando o pensamento em promoção da saúde. Nesse sentido, é valido optar por um método científico que ultrapasse a etapa de planejamento das ações e possa nortear a atuação da enfermagem, a despeito do Processo de Enfermagem, uma vez que nessa interação, as etapas ali envolvidas contribuem para a promoção, manutenção ou restauração da saúde, bem como para o registro da assistência prestada aos usuários (22).

No entanto apesar dos estudos demonstrarem a preocupação dos pesquisadores com uma nova visão do cuidar a nível ambulatorial em enfermagem oncológica, não foi encontrado nenhum estudo voltado à criança com câncer. Faz-se necessário o desenvolvimento de estudos sobre o tema (23), especialmente no tocante a quimioterapia, uma vez que a enfermagem necessita de respaldo para ajudar a promover cuidados específicos à criança, diante da complexidade de acometimento deste tratamento.

 Considerações finais

 Os resultados desse estudo demonstraram que a quantidade de publicações que abordam a temática consulta ambulatorial de enfermagem na prática oncológica, no Brasil, é muito reduzida.  Ao mesmo tempo, mostrou que os enfermeiros pesquisadores elaboram o objetivo de modo não integrado ao método, seja ele qualitativo ou quantitativo. Dessa forma, essa não adequação inviabiliza a construção de informações suficientes para gerar evidências científicas.

A consulta ambulatorial de enfermagem é uma ferramenta indispensável no cuidado tendo em vista que a partir de sua realização, de modo eficaz, podem surgir diversos direcionamentos de atendimentos em saúde e em enfermagem. Acredita-se que dados importantes à assistência de enfermagem podem ser obtidos nesse atendimento. Essa consulta deve estar ancorada no processo de enfermagem, que garante ao enfermeiro elementos que favorecem todas as etapas do processo, a exemplo do planejamento, o diagnóstico, as intervenções e a avaliação.  Vale ressaltar a sua importância tanto em um primeiro atendimento, quanto em atendimentos subseqüentes, de modo a favorecer a criação de vínculos entre profissional e usuários, bem como no sentido de permitir uma investigação mais detalhada de informações obtidas anteriormente, como de novas informações importantes a uma assistência que se pretenda integral.

Nesse sentido, a consulta de enfermagem mostra-se indispensável numa assistência planejada de saúde. Os serviços de enfermagem devem estar estruturados para garantir essa qualidade de cuidado ao paciente e aos seus familiares, embasando-se tanto nos aspectos técnicos da patologia, como nos princípios da promoção da saúde de sua clientela como um todo. Nesse contexto, as necessidades de saúde detectadas durante as consultas de enfermagem podem servir de embasamento para propostas de educação em saúde que devem ser planejadas e executadas nas comunidades. Assim sendo, vislumbram-se os desdobramentos das ações de cuidados que vão além dos domínios de um consultório de enfermagem, e se exteriorizam nos diversos cenários da práxis de nossa disciplina.

Acreditamos que dificuldades sempre existirão na implementação de melhorias e renovação das práticas. Contudo, é importante acreditar que benefícios podem ser conseguidos quando se enfrentam os desafios propostos no nosso fazer cotidiano. O envolvimento dos profissionais de enfermagem que cuidam de pacientes oncológicos é fundamental na resolução dos impasses, e nesse sentido, no favorecimento de um terreno propício para um florescer de uma enfermagem pautada nos contextos de saúde atuais e que buscam perspectivas relevantes para sua atuação prática.

A realização de outros estudos enfocando essa temática se faz necessária, desde que aprofundem as informações na busca por novos conhecimentos, que contemplem os questionamentos e lacunas aqui suscitados, e que possam, de alguma forma, contribuir em mais um aspecto relativo no avanço da consulta ambulatorial em oncologia.

 Referências

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 Contribuição dos autores: Concepção e desenho: Míria Conceição Lavinas Santos, Ana Fátima Carvalho Fernandes; Análise e interpretação: Míria Conceição Lavinas Santos, Francisco Stélio Sousa, Mariza Silva Oliveira, Anna Paula Sousa Silva, Izabel Cristina Falcão Juvenal Barbosa, Ana Fátima Carvalho Fernandes; Escrita do artigo: Míria Conceição Lavinas Santos, Francisco Stélio Sousa, Mariza Silva Oliveira, Anna Paula Sousa Silva, Izabel Cristina Falcão Juvenal Barbosa, Ana Fátima Carvalho Fernandes; Revisão crítica do artigo: Míria Conceição Lavinas Santos, Francisco Stélio Sousa, Ana Fátima Carvalho Fernandes; Aprovação final do artigo: Míria Conceição Lavinas Santos, Ana Fátima Carvalho Fernandes; Pesquisa bibliográfica: Míria Conceição Lavinas Santos, Francisco Stélio Sousa, Mariza Silva Oliveira, Anna Paula Sousa Silva, Izabel Cristina Falcão Juvenal Barbosa, Ana Fátima Carvalho Fernandes.

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