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ARTIGOS ORIGINAIS

 

 

Síndrome da fragilidade e risco para quedas em idosos: um estudo descritivo

 

Jacy Aurelia Vieira de Sousa1, Juliana Andrade Chuertniek1, Clóris Regina Blanski Grden1, Maynara Fernanda Carvalho Barreto1, Péricles Martim Reche1

1Universidade Estadual de Ponta Grossa

 


RESUMO
Objetivo: Analisar a relação entre a Síndrome da Fragilidade e o risco de quedas em idosos de uma Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI).
Método: Pesquisa descritiva com 100 idosos de uma UATI do sul do Brasil, de outubro de 2013 a janeiro de 2014, com aplicação de questionário sociodemográfico e clínico, Escala de fragilidade e Escore de risco para quedas.
Resultados: Houve predomínio de idosos não frágeis (81%) e sem risco para quedas (52%). Daqueles com algum nível de fragilidade, os aparentemente vulneráveis apresentaram mais risco para quedas (12%). Houve significância estatística entre risco para quedas e a síndrome de fragilidade.
Discussão: A associação identificada nesse estudo destaca a importancia de investigações que abordem a temática nos diversos contextos de assistência ao idoso.
Conclusão: A participação de idosos em programas educativos é fundamental para a prevenção de eventos adversos a saúde e manutenção da independência e qualidade de vida.
Descritores: Idoso fragilizado; Acidentes por quedas; Enfermagem geriátrica.


 

INTRODUÇÃO

O envelhecimento populacional representa um desafio à saúde pública devido ao aumento da incidência de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas que podem gerar desfechos negativos à vida do idoso. Indicadores nacionais apontam que cerca de 77,4% de indivíduos com 60 anos ou mais relatam possuir alguma doença crônica, enquanto quase metade dos idosos brasileiros refere possuir duas ou mais doenças crônicas, o que aumenta consideravelmente o risco de desfechos incapacitantes à vida do idoso(1).

Entre tais condições preocupantes, destaca-se o desenvolvimento da síndrome da fragilidade, que corresponde a um estado clínico de vulnerabilidade a estressores, que resulta na diminuição da eficiência da homeostase e maior risco de eventos adversos, como declínio cognitivo e funcional, quedas, hospitalização em longo prazo e mortalidade(2). Sob o enfoque apresentado pelo grupo de pesquisadores estabelecido no Canadá (Canadian Initiative on Frailty and Aging – CIF-A), a fragilidade é considerada como um processo multidimensional, influenciada pela interação complexa e dinâmica de fatores biológicos, psicológicos, cognitivos e sociais(3).

Considera-se um desafio para a saúde pública a identificação precoce da condição de fragilidade ou aparentemente vulnerabilidade de idosos inseridos em diversos modelos assistenciais(4). Tal detecção é fundamental para a elaboração de estratégias de cuidado à saúde desses indivíduos, a fim de minimizar as chances de progressão para níveis mais avançados de fragilidade, bem como reduzir a incidência de eventos adversos, como as quedas, que interferem significativamente na qualidade de vida do idoso, e podem levar esses indivíduos até a morte(5).

As quedas, segundo o relatório global da Organização Mundial da Saúde (OMS), são definidas como um deslocamento inadvertido do corpo ao solo ou outro nível inferior, provocado multifatorialmente, resultando ou não em dano. Excluem-se mudanças de posição intencionais para se apoiar em móveis, paredes ou outros objetos(6). Apesar de representarem síndromes distintas, fragilidade e quedas compartilham certos mecanismos fisiopatológicos, como a sarcopenia, e desfechos comuns, como piora da qualidade de vida e redução do tempo de vida livre de incapacidade(5).

A frequência das quedas encontra-se diretamente relacionada ao avançar da idade e do nível de fragilidade do idoso(6) e pode repercutir na capacidade funcional e no desenvolvimento de atividades de vida diária, aumentando a incidência de fraturas, hospitalizações e morte(7). Estudo nacional identificou 38,6% de prevalência de quedas no idoso frágil, com maior chance de queda no idoso frágil quando comparado ao não frágil(5).

Considerando que fatores como a escolaridade podem ser reputados como protetores para a síndrome da fragilidade(8) e quedas(9), torna-se importante averiguar o comportamento destas síndromes e a possível relação entre ambas em idosos alfabetizados. Dessa forma, o presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre a Síndrome da Fragilidade e o risco de quedas em idosos de uma Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI).

 

MÉTODO

Tratou-se de um estudo descritivo, realizado em uma Universidade Aberta à Terceira Idade, da região sul do Brasil, no período de outubro de 2013 a janeiro de 2014. Os critérios de inclusão foram: (a) ter idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos; (b) estar cursando entre o primeiro e o último semestre do curso no momento da coleta; (c) obter pontuação superior ao ponto de corte na aplicação da testagem cognitiva do Mini Exame do Estado Mental (MEEM)(10). Foram excluídos os idosos com diagnósticos prévios de doenças que impedissem a participação nas entrevistas.

  1. A população desta pesquisa foi de 120 idosos; no entanto, constituiu-se uma amostra de 100 participantes, pois oito idosos não aceitaram participar da pesquisa e doze não foram encontrados na UATI nos períodos de coleta. A amostra foi recrutada por conveniência e os indivíduos foram convidados a participar do estudo na ordem de chegada à UATI. Em ambiente reservado, realizou-se o MEEM para rastreamento de alteração cognitiva dos idosos.

Foi aplicado questionário sociodemográfico e clínico, construído especificamente para a presente pesquisa, a Escala de Fragilidade de Edmonton (EFS)(11) e o Escore de Risco para Quedas (Fall Risk Score)(12), ambos traduzidos e validados para o português.

As variáveis sociodemográficas investigadas incluíram: gênero, faixa etária, escolaridade e situação financeira. As variáveis clínicas foram: problemas de saúde, uso de cinco ou mais medicamentos, sentimento de solidão, queda nos últimos 12 meses, hospitalização nos últimos 12 meses, tabagismo e etilismo.

A Escala de Fragilidade de Edmonton (EFS) é considerada viável para o uso diário e pode ser utilizada por qualquer profissional da área da saúde, sendo também de rápida aplicação. Avalia nove domínios, representados por onze itens: cognição, estado geral de saúde, independência funcional, suporte social; uso de medicamentos, nutrição, humor, continência, desempenho funcional. A precisão do questionário é dada pela pontuação, conforme a seguinte classificação: 0-4 não frágil; 5-6 aparentemente vulnerável; 7-8 fragilidade leve; 9-10 fragilidade moderada, 11 ou mais, fragilidade severa(11).

O Escore de Risco para Quedas (Fall Risk Score) é um instrumento de fácil aplicação clínica, validado em português e com sensibilidade e especificidade já estimados com idosos brasileiros(12). Possui pontuação final que varia de zero a onze, considerando que valores iguais ou superiores a três apontam que o idoso tem risco para quedas.

Foi construído um banco de dados eletrônico, no qual os dados coletados foram processados em dupla entrada para validação e, posteriormente, analisados, por meio do software Statiscal Package for the Social Sciences (SPSS), versão 17.0. Aplicaram-se estatística descritiva, por meio da distribuição da frequência absoluta e relativa, e testes estatísticos de Fisher e Bonferroni, sendo os resultados considerados estatisticamente significativos quando p<0,05 e índice de confiança de 95% (IC95%). Foi também realizada regressão linear para avaliar o efeito de associação entre a síndrome da fragilidade e risco para quedas.

O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e (COEP) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e aprovado com parecer no. 177.693 e mediante Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE) nº 11292812.7.0000.0105. Os sujeitos foram esclarecidos sobre objetivos da pesquisa e os procedimentos que seriam realizados, bem como quanto ao Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, sendo todas as dúvidas respondidas pelos pesquisadores. Somente após a anuência do entrevistado e assinatura do referido Termo, foi conduzida a entrevista. No presente estudo, todos os aspectos éticos e legais foram respeitados.

 

RESULTADOS

Na população estudada, houve predomínio de mulheres (93%) e de idosos com faixa etária de 60 a 65 anos (59%). A idade mínima e máxima identificada foi, respectivamente, 60 e 89 anos, com média de 65,63 anos, dos quais apenas 2% possuíam 80 anos ou mais. Quanto à escolaridade, 43% apresentaram de 11 a 15 anos de estudo. A situação financeira de maior parte dos idosos foi considerada satisfatória, sendo que 39% relataram receber de 3 a 4 salários mínimos (Tabela 1).

 

Tabela 1 – Distribuição de frequências das variáveis sociodemográficas e clínicas de idosos estudantes de uma Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI). Ponta Grossa/PR, 2014


Variável

Classificação

n (%)

p-valor

Idade

60 - 65

59 (59)

0,069

66 - 70

26 (26)

71 - 75

10 (10)

76 - 80

03 (03)

81 ou mais

02 (02)

Sexo

Feminino

93 (93)

0,527

Masculino

07 (07)

Escolaridade
(anos)

0 – 5
6 – 10
11 – 15
16 – 20
21 – 25

14 (14)
26 (26)
43 (43)
15 (15)
2 (2)

0,083

Situação financeira
(salários mínimos)

< 1
1 – 2
3 – 4
> 4
NR

2 (2)
37 (37)
39 (39)
21 (21)
1 (1)

0,003*

Problemas de saúde

Sim

75 (75)

0,004*

Não

25 (25)

Sente-se solitário

Sim

20 (20)

0,000*

Não

78 (78)

NR

02 (02)

Queda nos últimos 12 meses

Sim

26 (26)

0,000*

Não

74 (74)

Tabagista

Sim

02 (02)

0,069

Não

98 (98)

Etilista

Sim

09 (09)

0,224

Não

91 (91)

Uso de 5 ou mais medicamentos

Sim

74 (74)

0,002*

Não

26 (26)

Hospitalização nos últimos 12 meses

Sim

08 (08)

0,069

Não

92 (92)

 

Total

100 (100)

 

NR: não relatou
* Resultado com significância (p<0,05)
FONTE: Os autores (2014)

 

Observou-se que 75% dos idosos relataram sofrer de problemas de saúde e 20% sentiam-se solitários. Dos entrevistados, 26% relataram ter sofrido quedas nos últimos 12 meses e 74% faziam uso de polifarmácia, ou seja, utilizaram cinco ou mais medicamentos.

No presente estudo, houve associação significativamente estatística entre fragilidade e situação financeira (p=0,003), problemas de saúde (p=0,004), sentir-se solitário (p=0,000), quedas nos últimos 12 meses (p=0,000) e uso de cinco ou mais medicamentos (p=0,002) (Tabela 1).

Quanto à Síndrome da Fragilidade, 81% foram classificados como não frágeis, sem identificação de participantes com fragilidade severa. Daqueles idosos que apresentaram algum nível de fragilidade, o risco para quedas predominou no grupo de aparentemente vulneráveis (12%). Os idosos não frágeis foram, predominantemente, classificados como sem risco para esses eventos (48%) (Tabela 2).

 

Tabela 2 – Relação entre o nível de fragilidade e risco para quedas dos idosos estudantes de uma Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI). Ponta Grossa/PR, 2014

 

RISCO PARA QUEDAS

 

NÍVEL DE FRAGILIDADE

Sim

Não

Total

n (%)

n (%)

n (%)

Não frágil

33 (33)

48 (48)

81 (81)

Aparentemente vulnerável

12 (12)

04 (04)

16 (16)

Fragilidade leve

02 (02)

0 (0)

02 (02)

Fragilidade moderada

01 (01)

0 (0)

01 (01)

Total

48 (48)

52 (52)

100 (100)

Fonte: Os autores (2014)

 

Identificou-se relação estatisticamente significativa entre o risco para quedas e a síndrome da fragilidade (p=0,001), sendo visualizada a partir da tendência linear (R2=0,2179) da Figura 1.
Visualiza-se que quanto maior o escore de fragilidade atingido, por meio da Escala de Edmonton, maior o risco para quedas em idosos estudantes da UATI (Figura 1).

 

Figura 1 - Relação entre a síndrome da fragilidade e risco para quedas em idosos estudantes de uma Universidade Aberta para a Terceira Idade (UATI). Ponta Grossa/PR, 2014

Caixa de texto: RISCO PARA QUEDAS

 

 

 

Caixa de texto: ESCORE DE FRAGILIDADE

 

 

 

 

Fonte: Os autores (2014)

 

 

 

 

DISCUSSÃO

O predomínio de mulheres neste estudo segue a tendência mundial da feminização da velhice, associado a maior participação deste gênero em atividades sociais e de lazer(13). Do mesmo modo, o predomínio da faixa etária de 60 a 65 anos constitui-se como reflexo do processo de envelhecimento populacional, que será compatível nos próximos anos com projeções de aumento gradual do grupo etário de longevos, ou seja, pessoas com 80 anos ou mais(13).

Níveis elevados de escolaridade refletiram o perfil da população pesquisada, cujo critério para ingresso na UATI é ser, no mínimo, alfabetizado. Tal achado corresponde ao encontrado em estudo nacional em que 78,7% dos alunos idosos de uma Universidade Aberta à Terceira Idade possuíam nove ou mais anos de estudo(14). Este fato sugere que ainda há uma distância entre os idosos da comunidade, especialmente o mais vulneráveis, e a universidade, possivelmente devido a suposições sobre o uso de métodos tradicionais de ensino pela instituição.

Quanto à variável situação financeira, houve significância estatística com a ocorrência de fragilidade nesta população, representada por uma relação inversa entre ambas, fato que sugere forte interferência de ambas no estilo e qualidade de vida do idoso. Concernente à associação identificada da fragilidade com a variável problemas de saúde, autores(15) sustentam a hipótese de que a ocorrência de doenças afeta o estado de saúde geral do idoso, tornando-o mais vulnerável ao desenvolvimento de diversas condições, dentre elas a síndrome da fragilidade.

Sentir-se solitário e outros fatores psicossociais tem sido associados à síndrome da fragilidade(8); porém, uma revisão sistemática internacional destacou a importância de novos estudos sobre a relação causal entre depressão e fragilidade(16). Apesar disso, enfatizou a existência de alterações e biomarcadores fisiopatológicos comuns nas duas síndromes, fato que reforça a relação entre elas, como observado nesta pesquisa.

A utilização concomitante de cinco ou mais medicamentos, definida como polifarmácia, compreende uma ferramenta terapêutica muito questionada no uso com idosos, especialmente os frágeis e com multimorbidades(17). Essa prática favorece a ocorrência de eventos de queda, dependência e agravamento dos níveis de fragilidade(17), aumentando também as chances de prescrição de medicamentos considerados inapropriados para esta faixa etária(18). Quando possível, no caso de idosos estudantes de UATI, deve-se estimular o uso de terapias não farmacológicas, como a inscrição em atividades físicas e recreativas regulares ao curso, a fim de favorecer o manejo das comorbidades, melhora da qualidade de vida e redução do uso de medicamentos.

Diante da estreita relação entre a síndrome da fragilidade e quedas, um importante relatório internacional(19) reportou a necessidade dos profissionais de saúde identificarem eventos em idosos, como as quedas, como possíveis sinais de fragilidade. No presente estudo, houve significância estatística entre esta síndrome e o risco para quedas em idosos, com destaque aos idosos considerados não frágeis e aparentemente vulneráveis.

Autores(20) apontam que são fundamentais as estratégias de cuidado para a prevenção de quedas em idosos, como orientações quanto a mudanças comportamentais (estilo de vida) e alterações ambientais (barreiras arquitetônicas). Do mesmo modo, a OMS(6) destaca, como importantes intervenções na prevenção das quedas, o treinamento voltado à recuperação e manutenção da força e do equilíbrio, modificações do ambiente e redução de fatores de risco específicos como revisão dos medicamentos e o uso de múltiplos fármacos.

Quanto aos limites do presente estudo, destaca-se o tamanho e características da amostra, pois, considerando que a amostra foi composta por indivíduos robustos e envolvidos em atividades diversas disponibilizadas pela UATI pesquisada, já esperava-se encontrar um número reduzido de idosos com algum nível de fragilidade (leve, moderada ou severa). Destaca-se como fundamental a realização de outros estudos com idosos considerados ativos a fim de desvendar os fatores relacionados ao desenvolvimento de síndromes geriátricas nesses grupos.
Ademais, como um estudo transversal, por analisar causa e efeito simultaneamente, tem como limite a impossibilidade de verificar se a síndrome da fragilidade é decorrente do risco de quedas ou o inverso, permitindo constatar apenas a relação entre ambas. Recomenda-se o emprego de estudos longitudinais a fim de explorar melhor a relação causal de efeitos e desfechos, bem como aprofundar o estudo quanto esta temática.

 

CONCLUSÃO

O estudo possibilitou identificar a relação entre a síndrome da fragilidade e o risco para quedas em idosos que estudavam em uma Universidade Aberta à Terceira Idade, o qual verificou uma tendência linear positiva na relação entre ambas. Houve predomínio de idosos não frágeis e aparentemente vulneráveis, fato que corrobora com a caracterização da população investigada.
A participação de idosos em programas educativos e esportivos, como os desenvolvidos na UATI, é fundamental para a manutenção da independência, autonomia, interação social e melhoria da qualidade de vida. Tais atividades compõem importantes medidas preventivas para a ocorrência da síndrome da fragilidade, minimizando o risco de quedas e outros eventos adversos à saúde do idoso.

 

REFERÊNCIAS

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12. Schiaveto FV. Avaliação do risco de quedas em idosos na comunidade [ dissertação ]. Ribeirão Preto: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo; 2008.

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Todos os autores participaram das fases dessa publicação em uma ou mais etapas a seguir, de acordo com as recomendações do International Committe of Medical Journal Editors (ICMJE, 2013): (a) participação substancial na concepção ou confecção do manuscrito ou da coleta, análise ou interpretação dos dados; (b) elaboração do trabalho ou realização de revisão crítica do conteúdo intelectual; (c) aprovação da versão submetida. Todos os autores declaram para os devidos fins que são de suas responsabilidades o conteúdo relacionado a todos os aspectos do manuscrito submetido ao OBJN. Garantem que as questões relacionadas com a exatidão ou integridade de qualquer parte do artigo foram devidamente investigadas e resolvidas. Eximindo, portanto o OBJN de qualquer participação solidária em eventuais imbróglios sobre a materia em apreço. Todos os autores declaram que não possuem conflito de interesses, seja de ordem financeira ou de relacionamento, que influencie a redação e/ou interpretação dos achados. Essa declaração foi assinada digitalmente por todos os autores conforme recomendação do ICMJE, cujo modelo está disponível em http://www.objnursing.uff.br/normas/DUDE_final_13-06-2013.pdf

 

 

Recebido: 21/12/2014
Revisado: 07/10/2015
Aprovado:08/10/2015

 

 






 

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