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ARTIGOS DE REVISÃO


Participação da comunidade na avaliação do curso de enfermagem

Ana Zoé Schilling1

1Universidade de Santa Cruz do Sul – RS

 


RESUMO                                                                                                            
Uma Universidade que tem forte vinculação com a comunidade regional deve identificar quais são as demandas que correspondem à sua missão e às suas possibilidades de atuação, e, sendo assim, o conhecimento esperado será aquele que venha minimizar os problemas desta comunidade. A avaliação é considerada um mecanismo eficiente para este fim. A avaliação do curso de Enfermagem na UNISC é objeto deste estudo construído por meio de uma aproximação com o modelo de avaliação preconizado por Saul (2000) contemplando os momentos da pesquisa participativa, em que os sujeitos empregadores e a comunidade Têm sua participação como ponto fundamental. Não encontramos efetiva e sistematicamente esta prática nas Universidades brasileiras. Os resultados apontam para a criação de um espaço de negociação entre os sujeitos envolvidos com o processo formativo com o objetivo de aprimorar e consolidar uma filosofia de trabalho no curso. Com esta reflexão e experiência, procuramos salientar a importância desta participação para que a sociedade possa avaliar aquilo que recebe opinando sobre o que considera melhor para ela e para que a Universidade possa cumprir com mais essa missão social.
Descritores: Avaliação; Educação Superior; Participação Comunitária.



INTRODUÇÃO

A Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), como órgão formador de profissionais, mostra uma preocupação permanente em atender a sociedade em suas necessidades. 

Como sabemos, todo serviço necessita de profissionais especializados para garantir a qualidade do trabalho a ser executado e dos benefícios que, neste caso, a instituição pretende que sejam gerados. Esta qualidade será esperada pela sociedade e depende da qualidade na definição das competências da instituição, tarefa que exige conhecimento e tecnologia, exige meios para elaborar estas definições e exige também um agente capacitado que é quem vai produzir o conhecimento e utilizá-lo.

Hoje, em educação não é mais possível pensar num projeto político-pedagógico desvinculado de uma avaliação permanente que o torne capaz de avançar, de transformar a realidade social, ou, pelo menos, de acompanhar as mudanças que ocorrem no mundo lá fora (da academia).

Neste caso, avaliar sempre pressupõe a existência de um projeto que norteie as ações de toda a comunidade acadêmica, levando ao cumprimento dos objetivos da instituição como órgão formador e como detentora de um papel social. O resultado desta avaliação, baseada no projeto político-pedagógico, torna pública as ações desenvolvidas pela Universidade para que possam ser reconhecidas, criticadas e modificadas. Assim, a instituição mostra suas particularidades e seu processo de ensino passa a ser reconhecido até fora dela, no mercado de trabalho, através de seus alunos egressos e nas intervenções que ela opera na sua comunidade de abrangência.  Conforme De Sordi¹ “Cada projeto (sobretudo em função dos compromissos sociais implícitos nele) pede, exige uma determinada configuração da prática de avaliação que o reafirme” .

Atualmente, a avaliação tem estado presente em todas as ações que demandam tomadas de decisões e busca de qualidade. Para Cohen & Franco² avaliação é “a pretensão de comparar um padrão almejado (imagem-objetivo em direção a qual se orienta uma ação) com a realidade (a medida potencial na qual esta vai ser modificada, ou o que realmente ocorreu como conseqüência da atividade empreendida) e, por outro lado, a preocupação em alcançar eficazmente os objetivos propostos” .

A apreciação do processo de intervenção que visa oferecer serviços para uma clientela pode ser feita em três dimensões, conforme caracteriza Contandriopoulos³: a dimensão técnica dos serviços, onde se apreciam a adequação dos serviços às necessidades dos beneficiários; a dimensão das relações interpessoais, que aprecia a interação psicológica e social entre os clientes e os produtores da ação e; a dimensão organizacional, que diz respeito à acessibilidade aos serviços, à extensão da cobertura da intervenção, considerando a continuidade dos serviços.

Este estudo pretende contextualizar a questão da avaliação do ensino superior, mais especificamente em relação à formação de enfermeiros e suas tendências para o futuro, bem como a participação da comunidade externa nesta avaliação, com o objetivo de trazer subsídios para a discussão no ensino de enfermagem.

Para Santos(4) a Universidade apresenta uma variedade de produtos, o que torna mais difícil visualizar a eficácia destes. Além da produção e transmissão do conhecimento científico, ela se propõe a produzir trabalhadores qualificados, elevar o nível cultural da sociedade, formar o caráter, identificar talentos, participar da resolução dos problemas sociais, entre outros, que, por sua complexidade, são difíceis de definir, porém, deveriam constar entre os critérios de avaliação, para a verificação da sua adequação às necessidades dos beneficiários. Conforme Dias Sobrinho⁵ “Se o mercado necessita de uma certa quantidade de produtos científicos e tecnológicos com uma determinada orientação ou perfil, então a universidade deve prover esse requerimento e será cobrada pelos resultados que vier a oferecer”.

E, para que se possa ter uma educação de qualidade é preciso inserir-se de forma crítica e ativa num mundo em constante transformação, que deve ser entendida e compreendida em sua natureza. Porém, essa exigência acarreta crises, principalmente dentro das Instituições de Ensino, que para atender o mercado, tem sua centralidade não somente na verdade, mas, de forma intensiva, na utilidade do conhecimento produzido. A Universidade hoje não é mais a única detentora do saber e também não está sozinha na formação de competências e na transmissão de informações.

Desta forma, torna-se imprescindível avaliar a Instituição de Ensino, a oferta de seus cursos de formação superior, a pesquisa, a extensão e a gestão desta instituição, num processo que vai exigir, em primeiro lugar, a compreensão das suas funções essenciais. Uma delas, considerada a mais nobre, é a da construção do conhecimento, pois está estreitamente relacionada com a formação humana e com o desenvolvimento da sociedade.

A avaliação, então, passa a ser um mecanismo eficiente para se aprimorar o que se produz na Universidade valorizando a Instituição. Porém, do modo como é feita hoje, apresenta lacunas ainda significantes, pois, ao avaliar as dimensões da graduação, pesquisa, extensão e gestão da Instituição, deixa de lado a participação da sociedade neste processo. Neste caso, deveriam ser levados em conta os problemas específicos da região onde está inserida a Universidade, onde a comunidade é o destino do produto deste ensino superior, trazendo para as discussões avaliativas a problemática a ser equacionada, ou pelo menos, trazer à discussão a forma de intervenção para a sua minimização.

Esta sociedade precisa ser compreendida no seu processo de transformação, por isso, é imprescindível que ela se faça presente nas discussões sobre seu rumo, que, em última instância, é a razão e a finalidade da Universidade. É preciso repensar sobre qual a formação mais adequada às atuais características e urgências desta sociedade, especialmente no que se refere às profissões de maior absorção no mercado.

Cada Universidade é fortemente marcada pela sua história, tem sua especificidade que lhe permite existir e produzir e abriga agentes com características próprias, com projetos e ações próprias que a tornam única e incomparável. Assim, se justifica o seu engajamento no processo de avaliação, que deve ser entendido como um processo político de negociações, de debates e construções coletivas e não apenas com um formato tecnicista de cumprimento de etapas instituídas. Para Belloni. “Nessa perspectiva, a avaliação é uma atividade acadêmica que se caracteriza por traduzir um compromisso de ordem filosófica, social e política. Assim, compreende-se que a finalidade última da avaliação não se esgota no âmbito da Instituição, mas deve se constituir em uma estratégia para construir uma ponte efetiva entre a Universidade e a realidade social, uma ponte que concretize o compromisso com a reconstrução do espaço social através do cumprimento de sua missão institucional” .

Como transformações esperadas com o uso da avaliação, está a de tornar o processo um debate público para as mudanças de atitudes individuais e coletivas dos responsáveis pela instituição, integrando-a ao processo de formação.

Dentro das instituições de ensino superior, cresce cada vez mais a discussão em torno de uma avaliação institucional que possa demonstrar as insuficiências e as potencialidades, no sentido de buscar uma melhora na qualidade dos serviços prestados por elas, reafirmando seu papel social. Seriam dois os objetivos desta avaliação: o autoconhecimento e a tomada de decisões, visando sempre alcançar melhores resultados na missão institucional.

Para entender a avaliação nas Universidades Comunitárias é preciso ter consciência da sua regionalidade e seu caráter comunitário de gestão, onde a participação tem referência com a prática social e permite um entendimento a partir das políticas sociais adotadas em cada uma delas. O laço estreito que existe entre a comunidade interna e externa lhes imprime uma responsabilidade de participação externa nas avaliações, de forma mais intensa, pois, o conhecimento científico é tido como conhecimento social e a crítica, portanto, está sempre presente, promovendo um processo de conhecimento e reconhecimento de práticas e ações.

A avaliação, então, aparece como parte de uma missão, cujos resultados devem ser levados em conta e equacionados no seu projeto pedagógico, ou seja, a comunidade conhece a instituição e seu papel, decide seu representante formal na gestão da universidade e decide também os destinos. Conforme Leite⁷ “Se ela não vai bem, tem menos alunos, ele (o cidadão) é responsável, se está bem, tem boa produtividade, ele é um dos mentores. Por isso, o esforço imenso de ampliar o fluxo de comunicação, pois, tudo se decide no coletivo”.

Algumas universidades têm feito proposições a respeito de uma avaliação externa feita pelos pares, ou pela comunidade externa, representada por empresas, órgãos que empregam profissionais egressos, sindicato de trabalhadores, entre outros. Esta é uma prática já realizada em algumas universidades de médio e pequeno porte e em poucas particulares, além da avaliação feita com alunos egressos. Esta talvez seja uma alternativa de grande importância quando se quer medir ou avaliar o impacto de um projeto político-pedagógico onde a participação da comunidade é fator relevante no alcance dos objetivos da universidade.

Pelo seu compromisso social, visto que nasceu da vontade desta comunidade, a UNISC sente necessidade de estar em constante avaliação externa, ou seja, aquela avaliação que vem da própria sociedade onde está inserida, além, é claro, da avaliação interna e daquela feita pelos órgãos governamentais. Para Lara⁸ “a Universidade deve nomear como uma principal prioridade a análise sistemática e permanente das implicações sociais de suas atividades”.

Quando se quer examinar de que forma os objetivos de uma ação social se efetivaram, nos deparamos com a complexidade que a questão social representa hoje, e, antes de tudo, é preciso ter presente que este é um processo ético. Por isso, a avaliação sistemática e contínua serve de instrumento estratégico para o exercício do controle social.

Por serem sociais, os programas e cursos oferecidos pelas universidades tem complexidades específicas e seus resultados podem ser diversificados, além disso, o alcance dos objetivos depende de várias iniciativas de vários setores, além da dependência de políticas internas. Assim, é interessante que se caracterize os resultados em esperados e não esperados, imediatos e de longo prazo, pois estão permeados por opiniões, valores, posturas, culturas, demandas e pressões em constante divergências e negociações que interferem nos resultados.


METODOLOGIA

A avaliação participativa, neste caso, é recomendada porque se trata de um processo partilhado entre os agentes e os beneficiários envolvidos e, conforme Carvalho⁹ “permitindo para além da avaliação uma apropriação reflexiva e socializada entre os diversos sujeitos da ação em movimento” .

Metodologicamente a avaliação participativa envolve os formuladores do programa, os gestores, os implantadores e os beneficiários, tendo como objetivos incorporar os sujeitos implicados nas ações públicas e desencadear um processo de aprendizagem social. Para Carvalho(9) a missão desta avaliação é realimentar outras ações buscando resultados e impactos que alterem a qualidade de vida da população beneficiária e, ainda, repensar as políticas de ação. Visto de outro ângulo por Faria(1) temos que: “A avaliação assim concebida (participativa) pretende orientar a decisão com respeito aos instrumentos e métodos; aos indivíduos beneficiários, mediante a identificação de suas necessidades; e ao sistema administrativo-operacional da implementação e formulação do programa” .  

Envolver os sujeitos neste processo tem sido considerado de grande importância para a obtenção dos resultados e principalmente para o planejamento de novas ações, porém, a dificuldade maior é a pouca participação destes segmentos ou a ausência de uma cultura de participação, tanto da iniciativa dos beneficiários em participar quanto da instituição em convidar, conscientizar, procurar pela participação destes. Somente com as decisões coletivas dos sujeitos implicados na ação é que se pode enfrentar a diversidade de valores, opiniões e verdades sobre o objeto em avaliação.

Na avaliação participativa o valor é atribuído pelo coletivo e o fundamental é, não só medir objetivos atingidos, mas avaliar a capacidade de respostas do programa às demandas dos grupos beneficiários. Para que isso aconteça, o avaliador precisa disponibilizar algumas informações, análises e dados quantitativos e qualitativos, anteriores e recentes para a apreensão do programa na sua totalidade e num debate consciente e reflexivo.

Lançamos, portanto, o desafio de pensar uma metodologia avaliativa que possa contemplar a participação da comunidade externa à academia, onde serão apontados as potencialidades da universidade e os pontos que necessitam de melhorias ou mais atenção, a partir das sugestões dos sujeitos que, de certa forma, fazem parte das universidades comunitárias, tais como os egressos, os empregadores e os usuários dos serviços prestados pela universidade ou pelos seus egressos.

O curso de Enfermagem da UNISC elaborou e executou uma proposta de avaliação da formação de enfermeiros com a participação da comunidade através da adaptação da “Avaliação Emancipatória” preconizada por Saul(11), envolvendo os agentes externos à universidade tais como os egressos, numa amostra por turma formada, os empregadores, incluindo os dirigentes das secretarias de saúde e hospitais da região e os usuários dos serviços de enfermagem do Serviço Integrado de Saúde (SIS) na UNISC.


RESULTADOS E ANÁLISES

Os resultados desta pesquisa, apresentados em tese de doutorado intitulada “Atores e práticas na formação do enfermeiro: avaliação em perspectiva participativa” orientada pela Dra. Flávia Regina Souza Ramos, se mostraram importantes para o andamento do curso de enfermagem, podendo ser confrontados com os objetivos do projeto do curso e servindo de subsídios para a reformulação do currículo.

Questões importantes foram discutidas com os diversos segmentos, tais como os princípios adquiridos pelos alunos durante a formação, suas dificuldades iniciais, seu diferencial em relação a outras instituições formadoras, a inserção no mercado de trabalho, as deficiências na formação, a relação ensino-serviço, os modelos de identidade profissional, o perfil do profissional formado, entre outras.

Para os empregadores dos diversos municípios da região, a atuação dos egressos é considerada satisfatória porque têm interesse pelo trabalho e têm dado ênfase à área da saúde preventiva. Relatam dificuldades com gerenciamento e liderança na equipe, mas têm como diferencial de formação a assistência mais humanizada, maior interesse na busca de soluções e maior visão de saúde comunitária. Apresentam dificuldades iniciais com as habilidades técnicas e com uma visão mais ampliada do trabalho e da Instituição. Suas virtudes são o vínculo com a população, a assistência humanizada, a ética e a sua postura profissional.  São responsáveis por avanços, intervenções e modificações na Instituição, mantendo um bom relacionamento com a equipe de Enfermagem e com os demais profissionais da área. O relacionamento com os pacientes e com a comunidade é considerado ótimo pelos empregadores.

Já os egressos consideram que a graduação dá uma visão geral ou básica da profissão e que sua maior deficiência de aprendizagem foi na área de gerenciamento, confirmando a posição dos empregadores. Referem que têm dificuldades iniciais como a falta de segurança e enfrentamento do novo, acreditando que os estágios curriculares não foram suficientes para adquirir a prática.

Trazem como princípios adquiridos na escola a ética e o cuidado, seguidos de igualdade, democracia, humanização, trabalho em equipe e a visão de integralidade. Evidenciam a deficiência na realização das técnicas como diferencial da sua formação em relação a outros profissionais formados em outras universidades, mas concordam que prestam uma assistência mais humanizada, de trabalho em equipe, ética e voltada para ações preventivas.

Os usuários dos serviços de Enfermagem no SIS consideram que os enfermeiros na UNISC são atenciosos, dedicados e pacientes, de acordo com o perfil considerado por eles como sendo o do enfermeiro. Esclarecem que o importante é a forma como são atendidos e como eles Têm resolvido suas necessidades no serviço, embora tenham apresentado um certo grau de submissão às informações recebidas.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sabemos que esta prática deve ainda ser estudada e aperfeiçoada, mas, dada à necessidade de ouvir estes segmentos diretamente relacionados com a formação de enfermeiros na UNISC, consideramos válida a experiência.

Vimos que os diversos autores citados enfatizam a questão da participação da comunidade na avaliação de programas ou projetos, bem como na avaliação do ensino superior, porém, não encontramos, efetivamente, a concretização desta participação em avaliações de cursos nas Universidades.

Assim, o processo avaliativo deveria ser revisto em sua metodologia, revendo princípios e formas de avaliar, procurando contemplar a participação da comunidade, para que ela seja ouvida, não só receptora de formados e benefícios, mas sendo parte da sociedade, possa avaliar o que recebe, opinando e trazendo à tona o que é melhor para ela.

Além disso, na Avaliação Institucional, o que se quer saber, em última instância, é se a Universidade está cumprindo sua missão social. Para Saul(11) a avaliação deve ser “emancipatória”, no sentido de que a Universidade precisa estar voltada para a sua utilidade social, ou seja, independente do desempenho de seus membros ou de seus setores, a instituição deve ser vista em sua globalidade, como cumpridora de uma missão aberta à sociedade.

Portanto, com estas contribuições a formação de profissionais passa a ter também como referência os processos de trabalho e sua organização, as necessidades do mercado em saúde, uma vez que a realidade e as demandas são trazidas para dentro da Universidade numa discussão aberta.


REFERÊNCIAS

1. De Sordi MR. A prática da avaliação do ensino superior. Uma experiência na enfermagem. São Paulo: Cortez; 1995.

2. Cohen E, Franco R. Avaliação de projetos sociais. Rio de Janeiro: Vozes; 1993. ³Contrandiopoulus AP et al. A avaliação na área da saúde: conceitos e métodos. In: Hartz ZMA  Avaliação em saúde. Dos modelos conceituais à prática na análise da implantação de programas. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2000.

3. Santos BS. Pela mão de Alice. O social e o político na pós-modernidade. 7 ed., São Paulo: Cortez; 2000.

4. Dias Sobrinho J. Avaliação da educação superior. Vozes: Petrópolis, 2000.

5. Dias Sobrinho J, Ristoff DI. Universidade desconstruída. Avaliação institucional e resistência. Florianópolis: Insular; 2000.

6. Beloni I. A função social da avaliação institucional. In: Dias Sobrinho J, Ristoff DI. Universidade desconstruída. Avaliação institucional e resistência. Florianópolis: Insular; 2000. p. 37-58.

7. Leite D. Avaliação institucional e a produção de novas subjetividades. In: Ristow DI e Dias Sobrinho J. Universidade desconstruída. Avaliação institucional e resistência. Florianópolis: Insular; 2000.

8. Lara ER. Avaliação institucional na UNISC. Santa Cruz do Sul: EDUNISC; 1997.

9. Carvalho MCB. Avaliação participativa. Uma escolha metodológica. In: Rico EM. Avaliação de políticas sociais. 2 ed. São Paulo: Cortez; 1999.

10. Faria RM. Avaliação de programas sociais: evolução e tendências. In: Rico EM.  Avaliação de políticas sociais. 2 ed. São Paulo: Cortez; 1999.

11. Saul AM. Avaliação emancipatória. Desafio à teoria e prática da avaliação e reformulação de currículo. 5 ed., São Paulo: Cortez; 2000.

 


Recebido: 24/01/2005
Revisado: 26/02/2005
Aprovado: 13/03/2005